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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Mercedes Benz Future Truck ganha destaque no Brasil


São Paulo - O "Mercedes-Benz Future Truck 2025" - que acaba de fazer sua estreia mundial no IAA 2014, o maior salão de veículos comerciais do mundo, também já ganha destaque no Brasil. O inovador caminhão do futuro foi tema de palestra apresentada por Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para América Latina, no Painel Internacional do Congresso SAE Brasil 2014.

Maior evento da engenharia da mobilidade no País, o Congresso SAE deste ano foi realizado entre os dias 30 de setembro a 2 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reuniu profissionais, acadêmicos e diversos outros especialistas do setor em torno de painéis temáticos, apresentações e debates que envolveram diversas áreas da engenharia da mobilidade, com foco local e global.

"É uma grande honra e satisfação participar deste importante evento da SAE Brasil, entidade que é uma referência nacional e internacional para a engenharia da mobilidade e o setor automotivo", afirma Philipp Schiemer. "A Mercedes-Benz tem em seu DNA a paixão pela inovação. Por isso, temos muito a contribuir com o desafio proposto pelo Congresso SAE 2014, representado por seu tema central: Construindo a mobilidade inteligente - O veículo do futuro".

Em sua apresentação, Schiemer destacou que o caminhão do futuro já é uma realidade e tem a assinatura da Mercedes-Benz. O que até pouco tempo era considerado sonho ou ficção científica, já está previsto para 2025 na Europa. O "Mercedes-Benz Future Truck" demonstra claramente a viabilidade técnica do caminhão rodoviário do amanhã.

Os estudos dos engenheiros da Mercedes-Benz revelaram que, em dez anos, os caminhões poderão rodar de forma autônoma pelas vias expressas. Dessa forma, a eficiência dos transportes aumentará, o trânsito ficará mais seguro para todos os usuários da estrada e o consumo de combustível e as emissões de CO2 serão ainda mais reduzidos. Além disso, haverá uma mudança radical na função do motorista, que, mais valorizado, passará a ser também um gestor do transporte.

Para alcançar esse objetivo, a Mercedes-Benz conectou os sistemas de assistência já existentes com sensores aprimorados do inovador "Highway Pilot". Assim, a condução autônoma já é possível em velocidades realistas e em situações de trânsito de rodovias expressas.

O "Mercedes-Benz Future Truck 2025" foi desenvolvido com base na iniciativa "Shaping Future Transportation" (Moldando o Transporte do Futuro) da Daimler Trucks, que prevê a diminuição do uso de recursos naturais e a redução de emissões de todos os tipos. A Daimler foca também o mais alto nível possível de segurança no trânsito e o aumento da interconexão com a gestão inteligente de dados para um veículo e com soluções de serviços customizados.

"Temos, desde já, que falar do caminhão do futuro. Afinal, os caminhões conduzem cerca de 60% da carga transportada de todo o País", diz Philipp Schiemer. "E para que possamos conviver com veículos mais avançados tecnologicamente, quero reforçar a necessidade de um programa de renovação de frota de caminhões para todo nosso país. Esta renovação é essencial para que o caminhão do futuro seja uma realidade também no Brasil daqui ha alguns anos."








Actros 2655


Mercedes-Benz Actros 2655. O modelo traz o primeiro motor V8 entre os veículos comerciais da marca no país. O caminhão que é montado em Juiz de Fora – MG, onde já são feitos outros modelos da família Actros e também a linha Accelo, de caminhões leves foi desenvolvido para longas distâncias.

A configuração do trem de força do Actros 2655 6×4 foi aprimorada para a topografia e as condições das estradas brasileiras. O motor V8 OM 502 LA consegue manter o caminhão em velocidades médias elevadas porque produz 551 cavalos de potência a 1.800 rpm e torque máximo de 265 kgf.m a 1.080 rpm.

Boa parte dos componentes internos desse motor é igual à do propulsor OM 501 LA, com seis cilindros em V, já utilizado nos Actros 2546 e 2646.O Actros V8 é equipado com transmissão Mercedes Powershift2 G-330 de 12 marchas, totalmente automatizada e sem pedal de embreagem. Esse câmbio traz sensor de inclinação da via, que auxilia o sistema de gerenciamento a escolher a marcha mais adequada de acordo com o relevo da pista.


Os extrapesados Actros rodoviários já saem de fábrica preparados para a instalação do sistema de gestão de frota Fleetboard, da Mercedes-Benz. Entre os benefícios, essa ferramenta propicia redução de até 15% nos custos operacionais. Permite também a análise do comportamento do motorista ao volante, fornecendo dados que o auxiliam a alcançar uma condução econômica, preventiva e com melhor desempenho.

Mercedes Benz Atego 2430 6x2


Quem pega a estrada com frequência e eventualmente faz entregas dentro das cidades precisa de um caminhão forte, com um motor capaz de oferecer ótimo desempenho e que seja versátil para atender plenamente as particularidades desta aplicação. Oferecer ao mesmo tempo conforto e praticidade para o motorista e economia, força e produtividade para alavancar o seu negócio é um dos diferenciais do Atego 2430.

Atendendo ao segmento dos semipesados 6x2, esse caminhão tem PBT legal de 23 ton, mas sua capacidade ultrapassa as 24 ton. Assim, fica fácil entender por que o Atego 2430 é tão econômico, forte e durável, não importa qual é a carga que você precisa transportar. O modelo pode receber diversos tipos de implementos, desde baú e sider até tanque e silo, entre outros. Sua motorização com o maior torque do segmento o torna a melhor opção para quem precisa de um semipesado para longas viagens, e sua versatilidade permite que o modelo também seja utilizado para a distribuição em centros urbanos. E além da sua carga, o Atego 2430 carrega também toda a confiabilidade que a Mercedes-Benz oferece.

O modelo vem equipado com trem-de-força Mercedes-Benz. O motor BlueTec 5 de 6 cilindros e 286 cv de potência proporciona ótimo desempenho e muita agilidade para as cidades e estradas. Com torque máximo de 1.250 Nm, o maior do segmento, as trocas de marchas reduziram e a economia de combustível ficou ainda maior. O caminhão pode ser equipado com câmbio manual de 9 marchas ou com o consagrado câmbio totalmente automatizado Mercedes PowerShift de 12 marchas, sem pedal de embreagem, que assegura ainda mais economia e conforto durante a operação. O eixo traseiro é de simples velocidade e o conjunto proporciona perfeita sincronia e rendimento, aliando alto desempenho e economia de combustível.
VAN VITO – CARGA E PASSAGEIROS:
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Muitos rumores, burburinho, mas agora está confirmado. A Mercedes-Benz trouxe a Vito, com PBT de 3050 kgs, que será vendida nos concessionários de veículos comerciais da marca. Nas versões Furgão (111 CDI – turbo diesel) e Van de Passageiros (Tourer 119 – Turbo Flex álcool / gasolina). Irmã menor da Sprinter, ela pode ser dirigida por motoristas com CNH “B” e não tem restrições de mobilidade urbana. Fabricada na Argentina, deve ter início de vendas ainda neste ano.
Saiba mais:
VITO FURGÃO:
mercedes-benz-nova-linha-2016
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painel-vito-2016
O nome dela é Vito 111 CDI. Disponibiliza 1.225 kgs de carga útil, e 6 m³ de volume de carga. Terá ar opcional. O motor é o turbo diesel OM 622 LA de 4 cilindros e 1.6 litros, com 114 cavalos a 3.800 rpm. O torque máximo é de 270 Nm, entre 1.500 e 2.500 rpm. Sim, downsizing meu amigo. Motores cada vez menores, mais leves e mais eficientes. Não, não usa Arla.
VITO PASSAGEIROS:
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vito-passageiros-externo
painel-volante-vito-passageiros
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O nome é Vito Tourer 119. Motor turbo flex. Em duas versões:
– Comfort 8+1: 8 passageiros mais motorista, ar condicionado frontal e traseiro
– Luxo 7+1: Mais luxuosa, assentos em courino reclináveis individualmente. Tem volante multifuncional e painel exclusivo, além de faróis de neblina, parachoques na cor do veículo e rodas em liga leve.
Os bancos são de fácil remoção, útil na versatilidade e principalmente na flexibilidade que este segmento pede.
Quando ao motor Turbo Flex, ele roda tanto a gasolina, como com etanol. Um 2.0 com 4 cilindros. Com 184 cavalos de potencia a 5.500 rpm e torque máximo de 300 Nm, entre 1.250 e 4.000 rpm.
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Conjunto bem interessante. Deve ser prazeiroso ao dirigir…
TRANSMISSÃO:
6 marchas, em ambas as versões.
SUSPENSÃO:
Para ambas, suspensão independente nas quatro rodas. Molas helicoidais – nada de feixes de mola. Tem barra estabilizadora também.
FREIOS:
Freios a disco nas quatro, com o par dianteiro ventilado. Amigos do asfalto. Não, por favor – não me ponham na lama.
DIREÇÃO ELÉTRICA:
Boa. Leve pra virar o volante. Sem falar que direção elétrica não possui bomba hidráulica, que rouba um pouco de esforço do motor, consumindo um pouco mais.
DIMENSÕES:
Externas: 5.140 mm de comprimento, 2.249 mm de largura (com retrovisores), 3.200 mm de entre-eixos e 1.910 mm de altura total.
Internas: altura interna de 1.392 mm no furgão e 1.326 mm na van. Comprimento interior da área de carga do furgão é de 2.831 mm. O Espaço para bagagem da Van é de 990 litros.
SEGURANÇA:
Aqui o pacote é generoso: assistente de monitoramento de cansaço, assistente de partida em rampa, assistente de vento lateral, ESP adaptativo 9.1i® (que reúne ABS, ASR, BAS e EBV) e luzes de freio adaptativas. Airbag para motorista e acompanhantes, cinto de 3 pontos, fixações ISOFIX para cadeirinhas de crianças, estrutura da carroceria com célula de sobrevivência e deformação programada.
De: Redação Planeta Caminhão
Fonte: Mercedes-Benz

NOVIDADES TAMBÉM NA LINHA AXOR:


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Mais torque:
Os Axor também tiveram novidades em seus modelos. O motor OM 457 LA, de 440 cavalos de potência, teve seu torque aumentado para 2.200 Nm a 1.100 rpm (50 Nm a mais). A turbina é nova, além de novo compressor de ar Voith com Power Reduction e sistema de arrefecimento com embreagem viscosa, com comando eletrônico para ventilador.
Novos tanques de alumínio para os Axor rodoviários:
Os Axor rodoviários são equipados com tanques de alumínio. Nos caminhões com suspensão metálica ou pneumática e entreeixos de 3,6 metros, a configuração do veículo permite uma capacidade total de até 1.080 litros (780 litros + tanque adicional opcional de 300 litros).
Na versão 6×2 com entreeixos de 3,1 metros, a capacidade chega a 650 litros.
Os tanques são os mesmos oferecidos na linha Actros.
Novo painel de instrumentos:
O novo painel de instrumentos da linha Mercedes-Benz também equipa os Axor 2016. Com display em alta definição, de 4 polegadas, a leitura é dos dados e mensagens é facilitada. Os comandos do painel podem ser executados por teclas de navegação em cruz ou por meio de botões no volante, item que se torna opcional a partir de 2016.
O novo painel integra as funções de entretenimento, o que inclui o novo rádio opcional (já instalado de fábrica), associado a novos alto-falantes, tweeter e, opcionalmente, o subwoofer.
O volante multifuncional possui comandos ao alcance dos dedos, disponibilizando funções para conectividade com celulares e pen drive, utilizando entrada USB, Bluetooth, audio streaming, conexão auxiliar e microfone.
Câmbio automatizado para o Axor off-road:
Os Axor off-road com motor OM 457 passam a ser equipados com o câmbio automatizado PowerShift. Pode ser operado tanto no modo automático como no manual.

ACCELO 1316:


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O médio chega com PBT de 13 toneladas e terceiro eixo de fábrica com suspensor, originais de fábrica. Chega com dois entre-eixos (3,7 metros e 4,4 metros). Bom para cargas que requerem alta capacidade volumétrica porém com peso total menor.
O foco é na distribuição urbana. A vantagem dele para os médios de 13 toneladas 4×2 é a plataforma de carga mais baixa (até 20 centímetros mais baixa), além da maior capacidade de transporte de carga útil+implemento (no entre eixos de 3,70 metros, a capacidade é de 8.720 kgs). Outra vantagem é a plataforma de carga, que chega a 8 metros de comprimento.
Por ser mais baixo (até 35 centímetros) e mais estreito (até 40 centímetros), pode também ser uma opção mais interessante em locais com maiores dificuldades de acesso.
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Mas o que ele se destaca é na manobrabilidade, raio de giro. Até 3,5 metros menor que outras opções. Faz diferença.
Trem de Força:
O motor é o OM 924 LA, com 4,8 litros. Este motor é utilizado em caminhões de até 17 toneladas. Tem 156 cavalos a 2.200 rpm e torque máximo de 610 Nm entre 1.200 e 1.600 rpm. Bons números.
O câmbio é o G-56, de 6 marchas, e a embreagem é de 362mm. O eixo traseiro é o HL-2 (relação de 4,30) e os pneus são 235/75 R 17,5.

MERCEDES-BENZ CAMINHÕES LINHA 2016

NOVO ACTROS:
Na linha Actros, são 3 os novos modelos: Os Actros 2546 6×2, 2646 6×4 e o inédito 2651 6×4, com o motor mais potente fabricado pela Mercedes-Benz no país.
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Se você ainda não leu a notícia que postamos sobre a linha Actros, ou se você já leu mas quer ler de novo, clique aqui e fique por dentro de tudo.
NOVO ATEGO:
Os lançamentos do Atego são o 3030 e o 3026, ambos 8×2, além do fora-de-estrada Atego 2730 6×4. O catálogo coletor de lixo agora passa a oferecer também transmissão automática opcional.
8X2:
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Os modelos Atego 3030 e 3026 são os primeiros Mercedes-Benz a sair de fábrica na configuração 8×2, com os 4 eixos originais de fábrica. Com opções de entre-eixos de 4,8 metros e 5,4 metros, os caminhões tem PBT de 30 toneladas. Por serem leves, acabam transportando maior carga útil.
atego-2016
linha-2016-mercedes
O segundo eixo dianteiro é do tipo direcional, conectado com o eixo dianteiro. Solução que vem sendo bem aceita no mercado, não apresenta os inconvenientes do eixo direcional “bobo”.
2730 6×4 (Basculante, Betoneira e Plataforma):
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O 2730 6×4 está disponível em três versões: Plataforma (P), basculante (K) e betoneira (B). O caminhão tem ângulo de entrada de 25o, bom para o fora-de-estrada, além de para-choque e escadas robustos para este tipo de aplicação, com proteções para os faróis e estruturas tubulares.
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No basculante, a tomada de força é no câmbio, enquanto no betoneira a tomada de força é no motor, além de possuir escape vertical.
1729 Automático – Coletor de Lixo
Além dos lançamentos acima, o Atego com vocação para coletor de lixo passa a oferecer opcionalmente câmbio automático Allison, adequado para este tipo de aplicação, extremamente severa. Além do maior conforto para o operador, este tipo de transmissão, por não utilizar disco de embreagem, tende a ter vida util maior, com seu enorme conversor de torque. O caminhão com câmbio mecânico continua disponível na linha.
Novo painel de Instrumentos:
O Atego ganhou novo painel de instrumentos da linha Mercedes, com display colorido de 4 polegadas, de alta definição. Os comandos do painel podem ser executados por teclas de navegação em cruz ou por meio de botões no volante, item opcional a partir de 2016. Opcional também a partir de 2016, há o rádio com Bluetooth e USB.
linha-2016
O módulo PSM, de série, permite a troca de informações entre a linha CAN eletroeletrônica do caminhão e equipamentos externos – mais flexibilidade ao implementador e ao cliente.
Família:
Agora a linha é composta pelos 1419, 1719, 1726, 1729, 2426 6×2 e 2430 6×2, juntando-se agora os modelos Atego 2730 6×4 e 3026 e 3030 8×2. São quatro as cabines disponíveis (Standard, Estendida, Leito Teto Baixo e Leito Teto Alto).
Veja abaixo o mapa da família Atego:

ModeloMotorPBT técnico (kg)Entreeixos(mm)
1419OM 924 LA185 cv @ 2.200 rpm
71 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
14.3003.5714.796
5.360
1719OM 924 LA185 cv @ 2.200 rpm
71 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.1003.5714.796
5.409
1726OM 926 LA256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.1003.5714.796
5.409
1726 4×4OM 926 LA256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.1004.160
1730 SOM 926 LA286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100/36.000 (PBTC)3.560
1729coletor de lixoOM 926 LA286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100/24.1004.796
2426 6×2OM 926 LA256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
24.1003.5504.775
5.388
2430 6×2OM 926 LA286 cv @ 2.200 rpm
128 mkgf @ 1.100-1.200 rpm
24.1003.5504.775
5.388
2730K/B/P
6×4
OM 926 LA286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
26.6004.830 (+1.350) 3.550 (+1.350)
3026 6×2OM 926 LA256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
30.2004.7755.388
3030 6×2OM 926 LA286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
30.2004.7755.388

quinta-feira, 2 de julho de 2015

primeiro caminhão Mercedes-Benz Atego


(foto: Divulgação)

Um dos antepassados do Mercedes-Benz Atego foi o “Daimler 4 hp” de 1899. Trata-se da terceira versão do primeiro caminhão do mundo, que nasceu em 1896. A primeira ignição – ainda com gasolina, que na época era comprada na farmácia – tinha ocorrido somente três anos antes, em Bad Cannstatt, onde Gottlieb Daimler construiu, há 117 anos, o seu veículo motorizado para o negócio de transporte.

Em 1909, a gasolina ainda estava disponível somente nas farmácias, e também em lojas de bicicletas e estalagens. O primeiro caminhão motorizado parecia uma carroça puxada por cavalos, sem barra de tração. Seu motor com deslocamento de um litro ficava na extremidade posterior e acionava as rodas traseiras por meio de um pinhão. Ele tinha dois cilindros, fundidos em um bloco. Esse design correspondia ao do motor Phoenix, que também movia o carro motorizado de passageiros de Daimler. Foi aí que seu parceiro Wilhelm Maybach demonstrou à posteridade como são feitos os motores.

Uma árvore transversal ao eixo longitudinal do veículo era acionada por uma transmissão por correia. Havia pinhões em ambos os lados da árvore e cada um deles engatava nos dentes internos do aro da engrenagem, que era firmemente presa à roda a ser acionada. Essa solução não era nada menos do que visionária e seu princípio técnico é visto como predecessor do eixo de planetárias, lançado décadas depois.

Esses eixos desempenham um papel importante nos veículos de tração em todas as rodas, para canteiros de obras, e hoje são fabricados na planta da Mercedes-Benz em Gaggenau, na Alemanha. Seu princípio é fazer com que o torque máximo ocorra no ponto em que o sistema de tração atua, tão próximo quanto possível do local de aplicação da força – o que significa o ponto no qual a força é transferida da roda para a superfície da via.

Nos registros de produção da fábrica da Daimler-Motorengesellschaft em Cannstatt, datados de 1º de outubro de 1896, lia-se: “Pedido de caminhão motorizado nº 81, veículo nº 42, motor de dois cilindros e 4 hp, peso do veículo completo 1.200 kg para o transporte de 1.500 kg, faturado para a empresa British Motor Syndicate Ltd., de Londres”. Este foi o primeiro caminhão do mundo movido por um motor de combustão para uso comercial. O caminhão foi encomendado em 19 de fevereiro de 1896.

O motor na extremidade traseira foi considerado um obstáculo

Pode ser que o veículo não fosse do gosto da própria dupla Daimler e Maybach, pois naquele mesmo ano eles construíram um outro caminhão motorizado. O motor fixado na extremidade traseira do primeiro modelo era um obstáculo, especialmente quando se queria fazer o carregamento pela parte de trás. Assim, na segunda geração, ele foi montado no chassi do veículo, abaixo do banco do motorista. Um ano depois, foi posicionado na extremidade da frente do caminhão, acima do eixo dianteiro – essa arquitetura mantém-se válida até hoje.

O “Daimler 4 hp” de 1899 é um representante dessa categoria. De acordo com uma anotação feita no livro de registros, em 12 de abril de 1899, ele foi enviado ao Departamento Municipal de Águas de Stuttgart. De acordo com uma descrição, o caminhão Daimler estava disponível com um “motor de 2 ou 4 cilindros" e também com “ignição elétrica”. A “ignição por tubo aquecido”, comum naquela época e que utilizava lascas de madeira, tinha um efeito colateral frequente: “caras sujas”, escurecendo a visão. Estas "vans" de entregas, como eram chamadas, tinham potência de 4, 6, 8 ou 10 hp. As capacidades de carga variavam entre 1.500; 2.000; 3.750 e 5.000 kg, e as rodas tinham pneus de ferro. Pode-se imaginar o barulho que isso fazia nos paralelepípedos, superfície típica das ruas naquele tempo.

“O primeiro caminhão era equipado com correia de acionamento nas rodas traseiras, mas isso não funcionava quando se estava transportando cargas pesadas”, lembrou o chefe de oficina Hugo Rettich em 1950, que entrou na Daimler em 1896. “Eles então reposicionaram a correia acionadora na frente”, disse Rettich. “Para os modelos de cinco toneladas foi instalado o motor Phoenix de 10 hp e dois cilindros, com ignição por tubo aquecido, e as rodas traseiras eram acionadas por correia plana e pinhão".

Deixar os clientes testarem já era uma máxima da Daimler naquela época

Gottlieb Daimler já tinha percebido como é valioso deixar os clientes experimentarem os produtos. “Esse veículo foi testado durante 13 semanas em uma fábrica de tijolos de Heidelsheim, perto de Bruchsal, no sul da Alemanha. Os defeitos que ocorreram foram imediatamente corrigidos e o caminhão ficou ainda mais potente”. Isso não impressionou o Imperador Guilherme II: “O carro não tem futuro. Estou confiando nos cavalos”, declarou ele em 1904. Gottlieb Daimler, por outro lado, prometia já naquela época: “Você pode confiar nos meus caminhões”. Hoje o lema oficial da Daimler em todo o mundo é “Trucks you can trust”, que em Português significa: “caminhões nos quais você pode confiar”.

O “Daimler 4 hp” desempenhou serviços de muito valor para o Departamento Municipal de Águas de Stuttgart, de 1899 a 1923. Os caminhões foram se tornando mais potentes e diversificados. Houve um considerável avanço de desenvolvimento, especialmente após o Imperador Guilherme e seu Ministro da Guerra terem expressado, afinal, interesse nos caminhões motorizados.

Actros 2646


 


A grande estrela da Mercedes-Benz na Fenatran será o Actros 2646 LS 6x4. O caminhão, importado da Alemanha, é equipado com motor V6 de 456 cv e deve chegar às estradas brasileiras no início de 2010. Será o caminhão mais potente da Mercedes-Benz no Brasil. Com entre-eixos de 3.300 mm, o Actros 2646 LS 6x4 permite a utilização dos diversos tipos de semirreboques, inclusive bitrem e rodotrem. Só lembrando: a partir de 1º de janeiro de 2011, caminhões novos terão que ter tração dupla 6x4 para puxar bitrens.

O Actros 2646 LS é equipado com muita tecnologia. Os modelos trazem de série o câmbio automatizado sem pedal de embreagem, freios a disco em todas as rodas, ABS e suspensão a ar. Os veículos equipados com a cabine Megaspace, com piso totalmente plano, trazem de série itens de segurança como o sistema de orientação de faixa de rolagem, sistema de controle de proximidade, bloqueio de deslocamento para partida em rampa e assistente ativo de frenagem, o ASR.

Segundo Tânia Silvestri, diretora de Marketing e Desenvolvimento da Rede de Concessionários da Mercedes-Benz do Brasil, o grau de profissionalização e especialização das empresas de transporte de cargas e o crescimento da participação de modelos pesados no mercado foram fundamentais na decisão da montadora de trazer o caminhão rodoviário Actros para o Brasil. Vale lembrar que o Actros chega ao Brasil com o status de “O Caminhão do Ano 2009”, título conquistado no último Salão IAA em Hannover, na Alemanha.

Sem Finame, o Actros custará cerca de 15% mais que o modelo Axor, que possui motorização entre 326 e 428 cv. Para tornar o produto mais atrativo, o banco da montadora lançará linha exclusiva de financiamento para os novos modelos.

Além do Actros 2646 LS 6x4, a Mercedes-Benz expõe na Fenatran o novo cavalo mecânico Axor 2535 6x2; o câmbio semiautomatizado para a linha Axor fora de estrada com motorização de 12 litros, representada no evento pelo modelo Axor 4144 6x4; a cabine leito teto alto para o Atego 2425 6x2; a versão de entre-eixos mais longo do chassi com cabine Sprinter 311 Street; e a van Sprinter 413 de 20 lugares.