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terça-feira, 26 de maio de 2015

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Módulo de Controle Eletrônico (ECM)

Módulo de Controle Eletrônico (ECM)

Vista típica do ECM
(1) Conector do ECM J1/P1
(2) Conector do ECM J2/P2
O ECM tem dois conectores. O conector J1/P1 (1) é um conector de 70 pinos, enquanto o conector J2/P2 (2) é um conector de 120 pinos. Cada pino fornece um ponto de conexão para uma interface de sinal para o ECM.

Visão Geral do Sistema de Controle Eletrônico

O sistema de controle eletrônico foi projetado para controlar a operação do motor a fim de obter excelente desempenho com o mínimo de emissões.
O ECM (Engine Control Module, Módulo de Controle do Motor) é o computador de controle do motor no sistema de controle eletrônico do motor. O ECM fornece a capacidade de funções de entrada/saída, funções de controle, as comunicações via link de dados e a funcionalidade computacional para o sistema. Essa funcionalidade está detalhada abaixo:

Funções de Entrada/Saída

O ECM se baseia nos vários tipos diferentes de dispositivos de entrada para reunir informações relacionadas ao estado atual de operação do motor. O ECM recebe informações de status dos dispositivos de entrada e usa essas informações para calcular a ação de saída correta. Essa ação é necessária para controlar a operação do motor. Essas ações de saída baseiam-se nos cálculos realizados nos dados acumulados de outros componentes do sistema, parâmetros de software e informações relacionadas à operação desejada. O ECM utiliza as entradas dos interruptores e dos sensores, e as comunicações no link de dados para fornecer informações de entrada dos componentes do motor.
O ECM fornece as seguintes funções de saída:

  • Controle da fonte de alimentação dos componentes relacionados
  • Circuitos de controle para a operação do motor
  • Portas de comunicação para o meio de comunicação
O ECM utiliza saídas como fontes de alimentação, as saídas dos acionadores do ECM no lado de alta (comutação para os circuitos da bateria), as saídas dos acionadores do ECM no lado de baixa (comutação para os circuitos-terra) e as comunicações no link de dados para emitir sinais de comando para outros controladores do motor.

Funções de Controle

As funções de controle são tipicamente comandos derivados internamento para os circuitos do ECM. As funções de controle são usadas para calcular os efeito necessário no status do sinal para os circuitos de saída que controlam a operação do motor. O ECM utiliza os acionadores de saída e as comunicações no link de dados para implementar o controle sobre a operação do motor.

Comunicações no Link de Dados

O ECM usa o protocolo de comunicação CAN para as comunicações no link de dados:
Esse Link de dados é a estrutura principal para comunicação entre todos os controladores no motor e na máquina.
O link de dados CAN é usado para comunicações entre o ECM do motor, os controladores e os visores localizados no motor e na máquina. O link de dados CAN também pode ser usado para comunicações com o Técnico Eletrônico (ET) Caterpillar.

Funcionalidade Computacional

A funcionalidade de computação do ECM é dedicada a todos os aspectos de operação do motor e de monitoramento do motor. O ECM está continuamente avaliando o estado atual de operação do motor. O ECM compara os resultados com o estado de operação desejado do motor. O ECM avalia a diferença entre esses dois estados de modo a calcular os necessários sinais de comando de controle. Em seguida, o ECM modifica os sinais de saída de modo a trazer o estado de operação atual mais próximo ao estado de operação desejado. O ECM também compara o estado de operação atual com uma faixa de operação aceitável. Se o status de qualquer parâmetro não estiver dentro da faixa de operação aceitável, o ECM comunicará a condição adversa ao operador.

Software ECM

O software do ECM normalmente é chamado de arquivo flash. O arquivo flash é um arquivo de dados que está instalado no ECM. Esse arquivo de dados provê o ECM com o software e os dados necessários para a operação do motor. Eventuais atualizações ao arquivo flash são fornecidas pela Caterpillar. Os novos arquivos de software podem ser baixados do site Sistema de Informação de Serviço (SIS) na internet. Use o ET Cat para baixar o arquivo flash para o ECM.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Link de Dados Caterpillar

Link de Dados Caterpillar

O motor incorpora um Link de Dados da Cat. O link de dados é usado para se comunicar com outros dispositivos baseados em um microprocessador.
O link de dados pode reduzir a duplicação de sensores no sistema ao permitir que os controles compartilhem informações. O link de dados é usado para comunicar informações sobre o motor a outros sistemas de controle eletrônico. O link de dados também é usado para fazer interface com a ferramenta eletrônica de serviço.
As informações sobre o motor monitoradas e disponíveis no link de dados consistem nos seguintes itens (exemplo típico):

  • Obstrução do filtro de ar
  • Pressão Atmosférica
  • Pressão no coletor de admissão
  • Status de modo frio
  • Temperatura do líquido arrefecedor
  • Pressão do cárter
  • Mensagens de diagnóstico
  • Tensão de alimentação do Módulo de Controle Eletrônico (ECM)
  • Identificação do motor
  • Rotação do motor (rpm real)
  • Rotação do motor (rpm desejada)
  • Status dos sistemas do motor
  • Sistema de advertência do motor
  • Temperatura do escape
  • Pressão do óleo filtrado
  • Pressão do combustível
  • Restrição máxima do filtro de ar
  • Pressão do óleo
  • Posição do acelerador em porcentagem
  • Limite nominal de combustível
  • Status/ativação da calibragem de distribuição
  • Consumo total de combustível
  • Pressão de entrada do turbocompressor
  • Pressão de saída do turbocompressor
A ferramenta eletrônica de serviço é instalada no conector do link de dados para se comunicar com o ECM. O adaptador de comunicação é instalado em série entre a ferramenta eletrônica de serviço e o conector do link de dados. O adaptador de comunicação converte dados que estão na linguagem do link de dados. Essa linguagem é convertida em uma linguagem usada pela ferramenta eletrônica de serviço. O conector do link de dados se localiza na fiação elétrica do motor. A ferramenta eletrônica de serviço também pode ser usada para exibir, em tempo real, os valores de todas as informações para monitorar o funcionamento do motor.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Operação do Sistema de Controle Eletrônico

Operação do Sistema de Controle Eletrônico

Este motor foi projetado para controle eletrônico. Cada cilindro possui uma unidade injetora eletrônica. Um solenoide em cada injetor controla o volume de combustível que é entregue pelo injetor. O Módulo de Controle Eletrônico (ECM) envia um sinal a cada solenoide do injetor para proporcionar o controle completo da operação do sistema de injeção de combustível.

Controles Eletrônicos

O sistema eletrônico consiste nos seguintes componentes: o ECM, as unidades injetoras de controle eletrônico e acionamento mecânico (MEUI), o chicote de fiação, os interruptores e os sensores. O ECM é o computador. O arquivo flash é o software do computador. O arquivo flash contém os mapas de operação. Os mapas de operação definem as seguintes características do motor:

  • Potência
  • Curvas de torque
O ECM determina a distribuição e a quantidade de combustível fornecida aos cilindros. Essas decisões baseiam-se nas condições reais e/ou nas condições desejadas em um determinado momento.
O ECM compara a rotação desejada do motor com a rotação real do motor. A rotação real do motor é determinada por meio de um sinal do sensor de velocidade/distribuição do motor. A rotação desejada do motor é determinada pelos seguintes itens:

  • Sensor de posição do acelerador
  • Outros sinais de entrada dos sensores
  • Determinados códigos de diagnóstico
Se a rotação desejada do motor for maior do que a rotação real do motor, o ECM injetará mais combustível para aumentar a rotação real do motor.

Injeção de Combustível

O ECM controla a quantidade de combustível injetada fazendo variar os sinais que são enviados aos injetores. Os injetores bombearão combustível somente se o solenoide do injetor estiver energizado. O ECM envia um sinal de alta tensão ao solenoide. Esse sinal de alta tensão energiza o solenoide. Ao controlar a distribuição e a duração do sinal de alta tensão, o ECM pode controlar a distribuição da injeção e a quantidade de combustível que é injetada.
Depois que o ECM determina a quantidade de combustível necessária, o ECM deve determinar a distribuição da injeção de combustível. O ECM determina a posição central superior de cada cilindro a partir do sinal do sensor de rotação/distribuição do motor. O ECM determina quando a injeção de combustível deve ocorrer relativa à posição central superior e o ECM fornece o sinal ao injetor no momento desejado. O ECM ajusta a distribuição para otimizar o desempenho do motor, otimizar a economia de combustível e otimizar o controle de emissões de fumaça branca.

Parâmetros programáveis

Determinados parâmetros que afetam o funcionamento do motor podem ser alterados com o Técnico Eletrônico (ET) Caterpillar. Os parâmetros estão armazenados no ECM e alguns parâmetros são protegidos por senhas contra alterações não autorizadas.

Senhas

Diversos parâmetros de configuração do sistema e a maioria dos eventos registrados são protegidos por senhas de fábrica. As senhas de fábrica estão disponíveis somente para os revendedores Caterpillar. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Senhas de Fábrica" para obter mais informações.

terça-feira, 5 de maio de 2015

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Componentes do Sistema de Controle Eletrônico

Componentes do Sistema de Controle Eletrônico

O sistema de controle eletrônico inclui os seguintes componentes principais:

  • Sensores de temperatura
  • Sensores de pressão
  • Módulo de Controle Eletrônico (ECM)
  • Chicote de fiação
  • Sensor de velocidade/distribuição do motor
  • Arquivo flash (software)
O sistema de controle eletrônico está integralmente projetado no sistema de combustível do motor para controlar eletronicamente o suprimento de combustível e a distribuição da injeção. O ECM proporciona maior controle de distribuição em comparação com o motor mecânico convencional. A distribuição da injeção é obtida pelo controle preciso do tempo de ignição do injetor. A rotação do motor é controlada pelo ajuste da duração da ignição. O ECM energiza os solenoides dos injetores de combustível para iniciar a injeção de combustível. Consulte Operação de Sistemas, "Operação do Sistema de Combustível" para obter uma explicação completa do processo de injeção de combustível.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Termos de Controle Eletrônico

Termos de Controle Eletrônico

Sensores Analógicos - Os sensores analógicos usados no sistema EUI (Electronic Unit Injection, Unidade de Injeção Eletrônica) são alimentados por uma fonte de 5 ± 0,5 VCC localizada dentro do ECM (Engine Control Module, Módulo de Controle do Motor). Os sensores analógicos produzem um sinal de saída CC que pode variar de +0,2 a + 4,6 VCC.
Os sensores analógicos usados consistem nos seguintes itens:

  • Temperatura do líquido arrefecedor
  • Pressão de saída do turbocompressor
  • Pressão de entrada do turbocompressor
  • Pressão Atmosférica
  • Pressão do óleo (entrada e saída dos filtros)
  • Pressão do Cárter
Sensor de Pressão Atmosférica - Esse sensor mede a pressão barométrica. O sensor envia o sinal ao módulo de controle eletrônico para uso no controle do motor e na operação.
Antes do Centro Superior (ACS) - O BTC (Before Top Center, Antes do Centro Superior) é a rotação de 180° do virabrequim antes que o pistão atinja a posição Central Superior na direção normal de rotação.
Calibragem - Calibragem é um ajuste eletrônico de um sinal de sensor.
Link de Dados da CAT - O link de dados é uma conexão elétrica para comunicação com outros dispositivos baseados em microprocessador de bordo que usam o link. Esses dispositivos incluem transmissões eletrônicas, painéis de medidores eletrônicos e painéis de controle. O link de dados também é o meio de comunicação usado para programação e diagnóstico de falhas com a ferramenta eletrônica de serviço.
Interruptor do Fluxo de Líquido Arrefecedor - O interruptor detecta o fluxo de líquido arrefecedor da camisa de água do motor. O interruptor envia um sinal ao ECM quando não há fluxo e o motor está em funcionamento. O ECM enviará um sinal ao sistema de monitoramento para alertar o operador sobre o problema.
Sensor de temperatura do líquido arrefecedor - Esse sensor mede a temperatura do líquido arrefecedor da camisa de água do motor. O sensor envia o sinal ao ECM. A temperatura do líquido arrefecedor do motor é usada na operação no modo frio. A temperatura do líquido arrefecedor é usada para proteger o motor. Além disso, a temperatura do líquido arrefecedor é usada para otimizar o desempenho.
Sensor de Pressão do Cárter - Esse sensor mede a pressão do cárter. O sensor envia o sinal ao ECM. A informação é usada para alertar o operador sobre a alta pressão do cárter.
RPM desejada - A rotação do motor desejada é fornecida para o governador eletrônico dentro do ECM. O governador eletrônico usa uma entrada do sensor de rotação/regulagem. O governador usa uma entrada do sensor de temperatura do líquido arrefecedor. Essas informações determinam a rpm desejada do motor.
Código de Diagnóstico - Um código de diagnóstico é uma indicação de problema ou evento no sistema EUI.
Sensores Digitais - Os sensores digitais usados no sistema EUI são alimentados por uma fonte de 8 ± 0,5 VCC para o sensor de temperatura de escape e uma fonte de 12,5 ± 1 VCC para o sensor de distribuição localizado dentro do ECM. Os sensores digitais produzem uma modulação por largura de pulso ou um sinal de ciclo de operação. Os sensores digitais usados são o sensor de temperatura de escape e o sensor de rotação/regulagem.
Corrente Contínua (CC) - Corrente contínua é o tipo de corrente que flui sistematicamente apenas em uma direção.
Ciclo Ativo - Consulte Modulação por Largura de Pulso (PWM, Pulse Width Modulation).
Programador e Analisador de Controle Eletrônico (ECAP, Electronic Control Analyzer And Programmer) - O ECAP é usado para programação e diagnóstico de diversos controles eletrônicos.
ECM (Electronic Control Module, Módulo de Controle Eletrônico) - O ECM é o computador de controle do motor. O ECM fornece energia para os componentes eletrônicos da EUI. O ECM monitora a operação do motor. O ECM atua como um governador para controlar a rpm do motor.
Ferramenta ET Caterpillar - O ET (Electronic Technician, Técnico Eletrônico) Cat é uma ferramenta eletrônica de serviço usada para programação e diagnóstico de diversos controles eletrônicos.
Memória Apenas Leitura Programável e Apagável (EPROM, Erasable Programmable Read Only Memory) - A EPROM é um chip de memória.
Sensor de Temperatura do Escape - Esses sensores medem a temperatura do escape dos turbocompressores. O sensor envia um sinal para o ECM. A temperatura do escape é usada para reduzir a potência do motor. Isso será feito para evitar mais danos ao motor se uma temperatura inaceitável for alcançada devido a alguma falha do motor. O ECM enviará um sinal ao sistema de monitoramento da máquina para alertar o operador sobre o problema.
Sensor de Pressão do Óleo Filtrado - Esse sensor mede a pressão do óleo do motor que sai dos filtros. O sensor envia o sinal ao ECM. O ECM fornece monitoramento da pressão do óleo e advertência ao operador pelo sistema de monitoramento da máquina com o sensor de pressão do óleo.
Flash - Esse é um método de transferência de software pelo link de dados com uma ferramenta eletrônica de serviço.
Interruptor de Restrição do Filtro de Combustível - O interruptor detecta uma restrição no filtro de combustível. O interruptor enviará um sinal ao ECM se uma restrição inaceitável for atingida. O ECM enviará um sinal ao sistema de monitoramento para alertar o operador sobre o problema.
Injetor de combustível - O injetor de combustível é uma unidade injetora controlada eletronicamente e acionada mecanicamente. O injetor de combustível combina os elementos de bombeamento, medição eletrônica de combustível e injeção em uma única unidade.
Controle da Relação de Combustível (FRC) - O FRC (Fuel Ratio Control, Limitador do Combustível) é um limite baseado no controle da relação combustível-ar. O FRC é usado no controle de emissões. Quando o ECM detecta uma alta pressão de saída do turbocompressor, o ECM aumenta o limite do FRC para aumentar a quantidade de combustível nos cilindros.
Posição do Combustível - A posição do combustível é um sinal dentro do ECM. O sinal vem do governador eletrônico. O sinal vai para o controle de injeção de combustível. O sinal é baseado na rotação desejada do motor, no FRC, na posição nominal e na rotação do motor.
Chicote - A fiação elétrica é o feixe de fios que conecta todos os componentes do sistema EUI.
Controle de Distribuição da Injeção - O controle da distribuição da injeção é o uso das unidades injetoras eletrônicas para fornecer total controle eletrônico da distribuição da injeção de combustível.
Alimentação da Chave Interruptora - O ECM é ligado quando detecta a tensão da bateria. A tensão da bateria é acionada pela chave interruptora. Quando a tensão é removida, o ECM desliga.
Monitor de Cristal Líquido (LCD) - O LCD (Liquid Crystal Display, Monitor de Cristal Líquido) é uma peça do painel de monitoramento. O painel de monitoramento é usado para exibir informações ao operador sobre a condição dos sistemas da máquina e informações de diagnóstico do sistema.
Circuito aberto - Um circuito aberto é uma conexão de fios elétricos rompida. O sinal ou a tensão de alimentação não atinge o destino pretendido.
Parâmetro - Um parâmetro é um valor programável que afeta as características ou o comportamento do motor.
Senha - Uma senha é um grupo de caracteres numéricos ou alfanuméricos. A senha é criada para restringir a troca de informações no ECM. O sistema EUI exige senhas de fábrica corretas para apagar alguns eventos registrados. As senhas de fábrica também são necessárias para alterar os parâmetros de configuração.
Módulo de Personalidade - Módulo de personalidade é o software transferido para o pequeno módulo azul. O módulo está inserido no ECM. Esse módulo contém todas as instruções (software) para o ECM e os mapas de desempenho para uma aplicação específica.
Modulação da Largura do Pulso (PWM) - Uma PWM (Pulse Width Modulation, Modulação por Largura de Pulso) é um tipo digital de sinal eletrônico que corresponde a uma medida variável. O comprimento do pulso (sinal) é controlado pela variável medida. A variável é quantificada por uma determinada relação. Essa relação é o percentual de "tempo ligado" dividido pelo percentual de "tempo desligado". Um sinal PWM é gerado pelo sensor de rotação/regulagem do motor.

Exemplo de modulação por largura de pulso
Limite Nominal de Combustível - O limite nominal de combustível indica a posição máxima do combustível permitido. O limite nominal de combustível produzirá potência nominal para esta configuração de motor.
Tensão de Referência - A tensão de referência é uma tensão regulada usada pelo sensor para gerar uma tensão do sinal.
Sensor - Um sensor é usado para detectar uma alteração de pressão, temperatura ou movimento mecânico. Quando alguma dessas alterações é detectada, um sensor converte a alteração em sinal elétrico.
Indicador do "Código de Serviço" - Esse indicador é usado para alertar o operador sobre a presença de diagnósticos ativos.
Curto-circuito - Um curto-circuito é um circuito elétrico conectado a um ponto indesejável por engano. Por exemplo, um contato elétrico com o chassi acontece sempre que um fio exposto encosta no chassi.
Sinal - Um sinal é uma tensão ou onda usada para transmitir informações normalmente de um sensor para o ECM.
Sensor de rotação/regulagem - Esse sensor fornece um sinal modulado por largura de pulso ao ECM. O ECM interpreta esse sinal como sendo a posição do virabrequim e a rotação do motor.
Distribuição Estática - Distribuição estática é a base para a distribuição da injeção de combustível e a operação do mecanismo de válvulas. A distribuição estática é determinada pelo anel de regulagem e pelo alinhamento do grupo de engrenagem traseiro e do pino de regulagem do eixo-comando.
Subsistema - Um subsistema é a parte do sistema EUI relacionada a uma determinada função.
Tensão de alimentação - Tensão de alimentação é uma tensão constante enviada a um componente para fornecimento de energia elétrica para sua operação. A tensão de alimentação pode ser gerada pelo ECM. A tensão de alimentação pode também ser a tensão da bateria fornecida pela fiação.
Chicote "T" - Esse é um chicote de teste projetado para permitir operação de circuito normal e a medição da tensão simultaneamente. Geralmente, a fiação elétrica é inserida entre dois conectores.
Denunciador Total - O registro denunciador total é o número total de mudanças de todos os parâmetros do sistema.
Sensor de Pressão de Entrada do Turbocompressor - Esse sensor mede a pressão do ar de entrada nas tubulações do sistema de indução de ar. O sensor envia sinais para o ECM.
Sensor de Pressão de Saída do Turbocompressor - Esse sensor mede a pressão de ar do coletor de entrada. O sensor envia um sinal para o ECM.
Desligamento definido pelo usuário - Essa é uma entrada do interruptor para o ECM. O desligamento definido pelo usuário permite que o proprietário da máquina instale sistemas comerciais. Esse sistema é usado para desligamento do motor. O ECM encerra a injeção de combustível quando a entrada do interruptor é conectada a um aterramento.
Ventilador de Velocidade Variável - O ventilador de velocidade variável é um sistema que usa fluido hidráulico para alimentar um motor de acionamento. O motor de acionamento está conectado ao ventilador de arrefecimento do motor. A velocidade do ventilador é controlada pela regulagem da quantidade de óleo que flui para o motor de acionamento do ventilador. A regulagem de fluxo de óleo é obtida por um solenoide. O solenoide é controlado pelo ECM. O ECM usa o sensor de temperatura do líquido arrefecedor para determinar a velocidade do ventilador.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Sistema de Controle de Éter




Sistema de Controle de Éter



AVISO
O excesso de éter (fluido de partida) pode causar danos ao pistão e anéis. Use éter somente para partida em tempo frio.

O auxílio de partida a éter opcional é o único sistema recomendado para a injeção de fluido de partida. O interruptor "AUXILIAR DE PARTIDA" no painel de controle permite que o operador selecione uma função MANUAL ou AUTOMÁTICA. Na posição AUTOMÁTICA, o éter será automaticamente injetado quando o Interruptor de Controle do Motor estiver na posição de PARTIDA MANUAL e a temperatura do líquido arrefecedor da camisa de água do motor for menor que 21 °C (70 °F).
Injeções adicionais poderão ser necessárias para dar partida no motor. Se injeções adicionais forem necessárias, mude o interruptor "AUXILIAR DE PARTIDA" para a posição MANUAL. Para proporcionar mais injeção, a temperatura do líquido arrefecedor da camisa de água do motor deve ser menor que 21 °C (70 °F). O interruptor "AUXILIAR DE PARTIDA" é um interruptor momentâneo. Para interromper a injeção, solte o interruptor "AUXILIAR DE PARTIDA".

Operação em Modo Frio

Durante a operação no modo frio, a injeção de combustível é limitada e a regulagem da injeção de combustível é ajustada pelo Módulo de Controle Eletrônico (ECM, Electronic Control Module). O modo frio ajuda a reduzir a possibilidade de danos ao motor e a minimizar a fumaça branca.
Durante o modo frio, a regulagem é aumentada de acordo com a temperatura do líquido arrefecedor do motor.
O modo frio será ativado sempre que a temperatura do líquido arrefecedor do motor cair abaixo de 70 °C (158 °F). O modo frio continuará ativo até que a temperatura do líquido arrefecedor do motor seja maior que 72 °C (162 °F).

C7 e C9 Motores para Escavadeiras-Visão Geral do Sistema

Visão Geral do Sistema


Operação do Sistema

O motor utiliza um sistema de combustível com Unidade Injetora Eletrônica Hidráulica (HEUI). Um solenoide em cada injetor mede a quantidade de combustível que é fornecida pelo injetor. Uma bomba de pistão axial conhecida como a bomba hidráulica da unidade injetora pressuriza o óleo para ativar o injetor. Um Módulo de Controle Eletrônico (ECM) envia um sinal para a válvula de controle da pressão de ativação da injeção para controlar a pressão da injeção. Outro sinal eletrônico é enviado a cada solenoide do injetor para injetar o combustível.

Controles Eletrônicos

O sistema eletrônico do motor consiste no ECM, chicote de fiação, sensores do motor, interruptores, válvula de controle da pressão de ativação da injeção, bomba hidráulica da unidade injetora, injetores HEUI e uma interface com uma aplicação específica. O ECM é o computador. O arquivo flash é o software do computador. O arquivo flash contém os mapas de operação. Os mapas de operação definem as seguintes características do motor:

  • Potência
  • Curvas de torque
O ECM determina a distribuição e a quantidade de combustível fornecida aos cilindros. Essa determinação baseia-se nas condições reais e nas condições desejadas em qualquer período de tempo.
O ECM compara a rotação desejada do motor com a rotação real do motor. A rotação real do motor é determinada por meio de um sinal do sensor de rotação/distribuição do motor. Se a rotação desejada do motor for maior do que a rotação real do motor, o ECM injetará mais combustível para aumentar a rotação real do motor.

Injeção de Combustível

O ECM controla a quantidade de combustível injetada fazendo variar os sinais que são enviados aos injetores. Os injetores bombearão combustível somente se o solenoide do injetor estiver energizado. O ECM envia um sinal de alta tensão ao solenoide. Esse sinal de alta tensão energiza o solenoide. Ao controlar a distribuição e a duração do sinal de alta tensão, o ECM pode controlar a distribuição da injeção e a quantidade de combustível que é injetada.
O ECM limita a potência do motor durante a operação em modo frio e modifica a distribuição da injeção durante a operação em modo frio. A operação no modo frio proporciona os seguintes benefícios:

  • Maior capacidade para dar partida em baixas temperaturas
  • Menor tempo de aquecimento
  • Menos fumaça branca
O modo frio será ativado sempre que a temperatura do líquido arrefecedor do motor cair abaixo de 18 °C (64 °F). O modo frio permanecerá ativado até que a temperatura do líquido arrefecedor se eleve acima de 20 °C (68 °F) ou até que o motor tenha funcionado por 14 minutos.
O arquivo flash no ECM define determinados limites para a quantidade de combustível que pode ser injetada. O "Limite de Combustível FRC" é usado para controlar a relação ar/combustível para controle de emissões. O "Limite de Combustível FRC" é um limite baseado na pressão de saída do turbocompressor. Uma maior pressão de saída do turbocompressor indica que existe mais ar no cilindro. Quando o ECM detecta uma pressão de saída do turbocompressor mais alta, o ECM aumenta o "Limite de Combustível FRC". Quando o ECM aumenta o "Limite de Combustível FRC", o ECM permite mais combustível para o cilindro. O "Limite de Combustível FRC" é programado no arquivo flash, na fábrica. O "Limite de Combustível FRC" não pode ser alterado.
O "Limite Nominal de Combustível" é um limite baseado na potência nominal do motor e na rotação do motor. O "Limite Nominal de Combustível" é similar aos batentes da cremalheira e à mola de torque de um motor governado mecanicamente. O "Limite Nominal de Combustível" fornece as curvas de potência e curvas de torque para uma família específica de motores e para uma capacidade nominal específica do motor. O "Limite Nominal de Combustível" é programado no arquivo flash, na fábrica. O "Limite Nominal de Combustível" não pode ser alterado.
Depois que o ECM determina a quantidade de combustível necessária, o ECM deve determinar a distribuição da injeção de combustível. O ECM determina a posição central superior de cada cilindro a partir do sinal do sensor de rotação/distribuição do motor. O ECM calcula quando a injeção de combustível deverá ocorrer com relação à posição central superior. O ECM também fornece o sinal para o injetor no momento desejado. O ECM ajusta a distribuição para o desempenho ideal do motor, melhor economia de combustível e melhor controle da fumaça branca.

Sistema de Controle da Pressão de Ativação da Injeção

A válvula de controle da pressão de ativação da injeção (IAPCV) localizada no interior da bomba hidráulica do injetor é um atuador de controle de deslocamento de precisão. Esse atuador altera o fluxo de saída da bomba com base na corrente de controle fornecida pelo ECM. A bomba hidráulica de deslocamento variável da unidade injetora pressuriza somente a quantidade de óleo em alta pressão que os injetores necessitam.

Auxiliares de partida

Os dispositivos a seguir (se equipados) são usados para melhorar a partida do motor em condições de tempo frio.

  • Aquecedor da admissão de ar
  • Injeção de éter
O ECM controla o aquecedor da admissão de ar. O sistema de injeção de éter pode ser controlado pelo ECM ou pelo operador.

Parâmetros programáveis

Certos parâmetros que afetam a operação do motor podem ser alterados com ferramentas eletrônicas de serviço. Os parâmetros estão armazenados no ECM e são protegidos por senhas contra alterações não autorizadas.

Senhas

Diversos parâmetros de configuração do sistema e os eventos mais frequentes registrados são protegidos por senhas. Consulte os parâmetros de programação em Diagnóstico de Falhas, "Senhas do Cliente" e os parâmetros de programação em Diagnóstico de Falhas, "Senhas de Fábrica".

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D/ O líquido arrefecedor contém combustível

O líquido arrefecedor contém combustível


Causas Prováveis


Luva do Injetor ou Retentores da Luva do Injetor


  • Luva do injetor com vazamento e/ou retentores danificados

Ações Recomendadas


Luva do Injetor com Vazamento e/ou Retentores Danificados


  1. Remova as tampas do mecanismo de válvulas.

  1. Remova os injetores de combustível do cabeçote do cilindro.Consulte o manual Desmontagem e Montagem para obter detalhes.

    ------ CUIDADO! ------
    Líquido arrefecedor quente, vapor e álcali podem causar ferimentos.
    À temperatura operacional o líquido arrefecedor do motor está quente e sob pressão. O radiador e todas as tubulações dos aquecedores ou do motor contêm líquido arrefecedor quente ou vapor. Qualquer contato pode causar queimaduras graves.
    Remova lentamente a tampa do bocal de enchimento para aliviar a pressão somente quando o motor estiver parado e a tampa do radiador estiver fria o suficiente para ser tocada com a mão desprotegida.
    O Condicionador do Sistema de Arrefecimento contém álcali. Evite o contato com a pele e os olhos.


  1. Pressurize o sistema de arrefecimento para identificar a luva do injetor que está vazando. Inspecione atentamente a junta de vedação ao redor do topo da luva do injetor. Pequenas quantidades de líquido arrefecedor pingarão da luva do injetor com vazamento.Nota: Não deixe a pressão do sistema de arrefecimento exceder 103 kPa (15 lb/pol²) durante o teste. A aplicação de pressão excessiva pode causar danos ao sistema de arrefecimento.

  1. Remova a luva do injetor que está vazando. Inspecione cuidadosamente a luva em busca de danos. Se houver sinais visíveis de danos na luva do injetor, substitua-a. Substitua os anéis retentores da luva injetora e reinstale-a. Substitua os componentes danificados.Nota: O líquido arrefecedor pode estar contaminando o sistema de combustível. Depois do desligamento do motor, a retenção de pressão no sistema de arrefecimento pode causar a transferência de líquido arrefecedor para o sistema de combustível. Inspecione visualmente o tanque de combustível quanto à presença de líquido arrefecedor. A contaminação do líquido arrefecedor no sistema de combustível pode causar danos aos injetores e outros componentes do sistema de combustível. Confirme as boas condições de manutenção de todos os componentes do sistema de combustível antes de retornar o motor ao serviço.

  1. Evacue o fluido de todos os cilindros antes de dar partida no motor.Nota: Não acione o motor se um cilindro estiver cheio de fluidos. Haverá perigo de dano ao motor.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Baixa Pressão no Coletor de Admissão

Baixa Pressão no Coletor de Admissão


Causas Prováveis


  • Modo de redução de potência
  • Válvula de descarga do turbo (se equipada)
  • Sistema de admissão e escape de ar
  • Suprimento de combustível
  • Injetores
  • Sensores de rotação/regulagem do motor
  • Conectores elétricos

Ações Recomendadas

Nota: Se o problema só ocorrer sob certas condições, teste o motor nessas condições. Exemplos de condições específicas são alta rotação do motor, carga total e temperatura de operação do motor. Diagnosticar os sintomas sob outras condições pode fornecer resultados enganosos.

Modo de Redução de Potência

Conecte o Técnico Eletrônico (ET, Electronic Technician) Caterpillar e verifique se há eventos de redução de potência registrados. Um indicador de status de redução de potência ativa do motor aparecerá no ET Cat se estiver ocorrendo uma redução de potência. A rotação do motor pode ser limitada devido a uma das seguintes causas: altitude, altas temperaturas de escape, restrição do filtro de ar, alta temperatura do líquido arrefecedor e pressão do cárter.

Válvula de descarga do turbo (se equipada)

Verifique se a válvula de descarga do turbo está funcionando corretamente.

Sistema de Admissão e Escape de Ar


  1. Verifique o indicador de restrição do filtro de ar, se equipado. Limpe ou substitua os filtros de ar entupidos. Consulte o Manual de Operação e Manutenção.

  1. Se as válvulas de corte de ar estivem instaladas, verifique se estão totalmente abertas.

  1. Verifique o sistema de admissão e escape quanto a restrições e/ou vazamentos. Consulte Operação de Sistemas/Testes e Ajustes para obter informações sobre o sistema de admissão e escape de ar.

Suprimento de combustível


  1. Verifique visualmente o nível de combustível. Não confie somente no indicador de combustível. Adicione combustível, se necessário. Se o motor funcionou até acabar o combustível, será necessário depurar o ar do sistema de combustível. Consulte o Manual de Operação e Manutenção para obter mais informações.

  1. Assegure-se que a válvula de suprimento de combustível (se equipada) esteja na posição totalmente ABERTA.

  1. Verifique se a tubulação de combustível apresenta os seguintes problemas: restrições, tubulações amassadas e tubulações prensadas. Se o problema estiver nas tubulações de combustível, repare e/ou substitua as tubulações.


    AVISO
    Não tente dar partida no motor continuamente por mais de 30 segundos. Deixe esfriar o motor de partida durante dois minutos antes de reiniciar a partida.


  1. Depure o sistema de combustível se qualquer dos seguintes procedimentos tiver sido executado:
    • Substituição dos filtros de combustível
    • Manutenção no circuito de suprimento de combustível a baixa pressão
    • Substituição das unidades injetoras eletrônicas
    Nota: Um visor de nível na tubulação de suprimento de baixa pressão ajuda a diagnosticar presença de ar no combustível.

  1. Verifique o tanque de combustível quanto à presença de objetos estranhos que possam bloquear o suprimento de combustível.

  1. Verifique os filtros de combustível.

  1. Verifique se há contaminação no combustível diesel. Consulte Operação do Sistema/Testes e Ajustes.

  1. O clima frio afeta adversamente as características do combustível. Consulte o Manual de Operação e Manutenção do motor para obter informações sobre como melhorar as características do combustível durante a operação em clima frio.

Injetores

Utilize o ET Cat para determinar se há algum código de diagnóstico ativo presente. Execute o "Teste do Solenoide do Injetor" no ET Cat para determinar se todos os solenoides dos injetores estão sendo energizados pelo Módulo de Controle Eletrônico (ECM).
Execute o "Teste de Corte do Cilindro" no ET Cat para identificar quaisquer injetores que possam estar com falha de ignição. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste".

Sensores de Velocidade/Distribuição do Motor

Se a operação de qualquer um dos sensores de rotação/regulagem do motor for suspeita, consulte Diagnóstico de Falhas, "Rotação/Regulagem - Teste" para obter informações relacionadas ao diagnóstico de falhas do circuito de rotação/regulagem do motor.

Conectores elétricos

Verifique se os conectores J1/P1 e J2/P2 do ECM foram instalados corretamente. Verifique se os conectores do injetor de combustível foram instalados corretamente. Verifique se há danos no chicote de fiação. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Conectores Elétricos - Inspecione".

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Alta Pressão no Coletor de Entrada

Alta Pressão no Coletor de Entrada


Causas Prováveis


  • Carga excessiva do motor
  • Válvula de descarga do turbo (se equipada)
  • Ajuste de Carga Total (FLS)

Ações Recomendadas


Carga Excessiva do Motor

Reduza a carga no motor.

Válvula de descarga do turbo (se equipada)

Verifique se a válvula de descarga do turbo está funcionando corretamente.

Ajuste de Carga Total (FLS)

Verifique se a FLS (Full Load Setting, Regulagem de Plena Carga) está correta.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Problema com o alternador - Problema de Carga e/ou Funcionamento Ruidoso

Problema com o alternador - Problema de Carga e/ou Funcionamento Ruidoso


Causas Prováveis


Alternador


  • Condição das correias do alternador
  • Operação elétrica do alternador
  • Condição dos rolamentos do alternador
  • Condição da polia do alternador

Circuito de Carregamento


  • Inspecione o circuito de carga
  • Condição das baterias

Ações Recomendadas

Nota: Os procedimentos foram listados em ordem de probabilidade. Siga os procedimentos a seguir na ordem apresentada.

Condição das Correias do Alternador


  1. Inspecione a condição das correias do alternador. Substitua as correias do alternador se estiverem gastas ou danificadas. Consulte Desmontagem e Montagem para obter o procedimento correto.

  1. Verifique a tensão das correias. Se o motor estiver equipado com um tensor automático da correia, verifique-o. Se for necessário, substitua o tensor automático da correia. Consulte Desmontagem e Montagem para obter o procedimento correto.Nota: A tensão excessiva na correia pode causar danos ao alternador.

Operação Elétrica do Alternador

Verifique a operação elétrica do alternador.

  1. Use um testador de bateria para verificar se as baterias estão totalmente carregadas. Se a condição das baterias for duvidosa, faça um teste de carga para garantir que as baterias estão em boas condições. Se necessário, substitua as baterias.

  1. Instale um Grupo de Ferramentas de Amperímetro 225-8266 no cabo da bateria do motor.

  1. Meça a extração de corrente enquanto o motor não estiver funcionando.

    1. Enquanto o motor não estiver funcionando, aplique uma carga ao sistema elétrico. Se equipados, use os acessórios do motor, como faróis dianteiros ou o motor do ventilador, para carregar o sistema elétrico.

    1. Registre as leituras do amperímetro. Registre a orientação da instalação do amperímetro.Nota: Assegure-se de registrar a orientação da instalação do amperímetro. Certifique-se de registrar uma extração de corrente positiva ou negativa do sistema elétrico.

    1. Remova a carga do sistema elétrico.

  1. Confirme a aplicação de corrente ao sistema elétrico do motor pelo alternador.

    1. Dê partida no motor.

    1. Aplique uma forte carga ao sistema elétrico. Se equipados, use cargas como faróis dianteiros, luzes auxiliares e o motor do ventilador do aquecedor.

    1. Registre novamente as leituras do amperímetro. Registre a orientação da instalação do amperímetro.Nota: Assegure-se de registrar a orientação da instalação do amperímetro. Certifique-se de registrar uma extração de corrente positiva ou negativa do sistema elétrico.

    1. Remova a carga do sistema elétrico e desligar o motor.

  1. Compare as leituras de corrente registradas. Determine se o fluxo de corrente difere do estado descarregado para o carregado.
Se os valores indicados no amperímetro indicarem que o sistema elétrico difere entre o estado de descarga para o de carga, o alternador está funcionando corretamente.
Se os valores indicados no amperímetro indicarem que o sistema permaneceu em um estado de descarga durante o teste, pode ser necessário substituir o alternador.
Para ver os procedimentos de teste, consulte Instrução Especial, REHS0354, "Diagnóstico de Falhas do Sistema de Carga". Repare ou substitua o alternador, conforme necessário.

Condição dos Rolamentos do Alternador

Verifique se os rolamentos do alternador apresentam sinais de desgaste. Repare ou substitua o alternador, conforme necessário. Consulte Desmontagem e Montagem para obter o procedimento correto.

Condição da Polia do Alternador

Verifique a condição da polia do alternador. Se houver desgaste excessivo, substitua a polia. Verifique se a porca da polia não ficou solta. Se necessário, aperte a porca com o torque correto especificado. Consulte Desmontagem e Montagem para obter o procedimento correto.
Verifique o alinhamento entre a polia do alternador e as outras polias do sistema de acionamento. Se necessário, corrija o alinhamento da polia.

Inspecione o Circuito de Carga

Inspecione os cabos da bateria, a fiação e as conexões no circuito de carregamento. Limpe e aperte todas as conexões. Substitua qualquer peça com defeito.

Condição das Baterias

Verifique a carga das baterias do motor. Carregue as baterias, se necessário. Consulte Instrução Especial, SEHS7633, "Procedimento de Teste da Bateria" para obter o procedimento correto.
Teste a carga das baterias. Consulte a Instrução Especial, SBHS9249, "Uso do Testador de Carga da Bateria 4C-4911 para Baterias de Chumbo/Ácido de 6, 8 e 12 Volts".

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-A aceleração está deficiente ou a resposta do acelerador está deficiente

A aceleração está deficiente ou a resposta do acelerador está deficiente


Causas Prováveis


  • Modo Frio
  • Suprimento de combustível
  • Redução de potência do motor e códigos ativos
  • Arquivo flash
  • Sinal do acelerador
  • Conectores elétricos
  • Unidades injetoras
  • Sensor de pressão do coletor de admissão
  • Sistema de admissão e escape de ar

Ações Recomendadas

Nota: Se o problema só ocorrer sob certas condições, teste o motor nessas condições. Exemplos de condições específicas são alta rotação do motor, carga total e temperatura de operação do motor. Diagnosticar os sintomas sob outras condições pode fornecer resultados enganosos.

Modo Frio

O Módulo de Controle Eletrônico (ECM) limita a potência do motor durante a operação no modo frio. O ECM pode modificar a distribuição da injeção e pode cortar alguns cilindros do motor. Isso aumentará a capacidade de partida e reduzirá o tempo de aquecimento. O modo frio é ativado sempre que a temperatura do líquido arrefecedor do motor cair abaixo de um valor predeterminado. O modo frio continua ativo até que o motor esteja aquecido ou que um limite de tempo seja excedido.

Suprimento de combustível


  1. Verifique visualmente o nível do tanque de combustível. Não confie somente no indicador de combustível. Se necessário, adicione combustível ao tanque de combustível. Se o motor funcionou até acabar o combustível, será necessário depurar o ar do sistema de combustível. Consulte o Manual de Operação e Manutenção para obter o procedimento correto.

  1. Verifique se a tubulação de combustível apresenta os seguintes problemas: restrições, tubulações amassadas e tubulações prensadas. Se o problema estiver nas tubulações de combustível, repare e/ou substitua as tubulações.

  1. Verifique o tanque de combustível quanto à presença de detritos ou objetos estranhos que possam bloquear o fornecimento de combustível.


    AVISO
    Não tente dar partida no motor continuamente por mais de 30 segundos. Deixe esfriar o motor de partida durante dois minutos antes de reiniciar a partida.


  1. Escorve o sistema de combustível se qualquer dos seguintes procedimentos tiver sido executado:
    • Substituição dos filtros de combustível
    • Manutenção no circuito de suprimento de combustível a baixa pressão
    • Substituição das unidades injetoras eletrônicas
    Nota: Verifique se há ar no sistema de combustível. Consulte Operação de Sistemas/Testes e Ajustes para obter informações relacionadas à verificação de ar no sistema de combustível.

  1. Verifique a qualidade do combustível. O clima frio afeta adversamente as características do combustível. Consulte o Manual de Operação e Manutenção do motor para obter informações sobre como melhorar as características do combustível durante a operação em clima frio.

  1. Verifique a pressão do combustível filtrado enquanto o motor está sendo acionado. Consulte Operação dos Sistemas/Testes e Ajustes para obter o procedimento de teste e os valores de pressão corretos.Se a pressão do combustível estiver baixa, substitua os filtros de combustível. Limpe os detritos do filtro principal/separador de água. Consulte o Manual de Operação e Manutenção para obter detalhes.
    Se a pressão do combustível continuar baixa, verifique a operação da válvula reguladora da pressão do combustível. Verifique também a operação correta da bomba de transferência de combustível. Consulte Operação dos Sistemas/Testes e Ajustes para obter informações sobre os testes.

Redução de Potência do Motor e Códigos Ativos

Alguns parâmetros de monitoramento do motor capazes de disparar uma redução de potência do motor não geram um código de evento. Conecte o Técnico eletrônico (ET) Caterpillar para verificar uma redução de potência do motor.
Alguns códigos de diagnóstico e/ou códigos de eventos podem causar desempenho deficiente. Use o ET Caterpillar para verificar se há códigos ativos ou registrados. Diagnostique as falhas de todos os códigos presentes antes de continuar com este procedimento.
Nota: Embora o sinal do sensor possa estar na faixa de operação do sensor, o sinal pode não representar a leitura real. Use o ET Caterpillar para verificar se as pressões e temperaturas estão flutuando. Verifique também se os valores são razoáveis para as condições presentes.

Arquivo Flash

Confirme que o arquivo flash mais recente está instalado no Módulo de Controle Eletrônico (ECM).

Sinal do Acelerador

Monitore o status da "Posição do Acelerador "no ET Cat. Verifique se o status de "Posição do Acelerador" é estável e se o motor é capaz de atingir a marcha lenta alta. Se houver suspeita de um problema no acelerador, consulte o teste do circuito adequado para obter informações relacionadas ao diagnóstico de falhas do sinal do acelerador.

Conectores elétricos

Verifique se os conectores J1/P1 e J2/P2 do ECM e os conectores da unidade injetora na tampa da válvula foram instalados corretamente. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Conectores Elétricos - Inspecione".

Unidades Injetoras


  1. Execute o "Teste do Solenoide do Injetor" no ET Cat para determinar se todos os solenoides dos injetores estão sendo energizados pelo ECM.

  1. Execute o "Teste de Corte do Cilindro" no ET Cat para determinar o desempenho de cada cilindro. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Testar" para obter o procedimento correto.

Sensor de Pressão do Coletor de Admissão


  1. Monitore o estado de "Posição do Combustível", "Limite Nominal de Combustível" e "Limite de Combustível FRC" no ET Cat quando o motor estiver funcionando em condições de plena carga. Esses parâmetros devem refletir as informações abaixo.
    Tabela 1
    "Posição do Combustível" = "Limite Nominal de Combustível"    
    e    
    "Posição do Combustível" < "Limite de Combustível FRC"    
    Se a "Posição do Combustível" for igual ao "Limite Nominal de Combustível" e a "Posição do Combustível" for menor que o "Limite de Combustível FRC", os componentes eletrônicos estão funcionando corretamente. Caso contrário, vá para o próximo Passo.

  1. Monitore o status da "Pressão do Coletor de Entrada" no ET (Electronic Technician, Técnico Eletrônico) Cat. Quando o motor não está funcionando, o valor correto da "Pressão do Coletor de Entrada" é de 0 kPa (0 lb/pol2).

Sistema de Admissão e Escape de Ar


  1. Observe a luz de inspeção do motor. Verifique se há um indicador de obstrução no filtro de ar. Limpe ou substitua os filtros de ar entupidos. Consulte o Manual de Operação e Manutenção.

  1. Verifique o sistema de admissão e escape quanto a restrições e/ou vazamentos. Consulte Operação de Sistemas/Testes e Ajustes para obter informações sobre inspeção do sistema de entrada e de escape de ar.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Localização e Solução de Problemas

Localização e Solução de Problemas

Alguns sintomas do motor podem não estar relacionados ao sistema de controle eletrônico. Obtenha informações sobre a reclamação que descrevam os sintomas. Verifique se a reclamação não é devido a uma operação normal do motor.
Execute os passos a seguir para determinar o problema.

  1. Repare todos os códigos de diagnóstico ativos.

  1. Obtenha informações junto ao operador.

  1. Verifique se a reclamação não é devido a uma operação normal do motor.

  1. Faça uma inspeção visual no motor. Inspecione os seguintes itens:
    • Fiação
    • Conectores
    • Nível do combustível
    • Suprimento de combustível
    • Nível de óleo do motor
    • Suprimento de óleo do motor
    • Nível do líquido arrefecedor
    • Sistema de entrada de ar
    • Sistema de escape de ar

  1. Verifique se os conectores e a fiação apresentam os seguintes problemas:
    • Danos
    • Abrasão
    • Corrosão
    • Instalação incorreta

  1. Verifique todos os códigos de diagnóstico registrados.
    • Determine se os códigos de diagnósticos registrados têm relação com as causas prováveis.
    • Determine se os códigos de diagnóstico registrados ocorreram na mesma hora dos sintomas.
    • Determine se os códigos de diagnóstico registrados são registrados de forma repetitiva.
Se essas inspeções não revelarem qualquer problema, use o procedimento que melhor descreva os sintomas.

sábado, 18 de abril de 2015

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Códigos de Eventos

Códigos de Eventos


Informações de Referência Cruzada dos Códigos de Eventos

A Tabela 1 é uma lista de códigos de eventos do motor. Os códigos de eventos têm as suas referências cruzadas com o procedimento adequado que pode ser usado para diagnosticar o código.
Os códigos de evento são gerados quando existem condições de operação anormais. Uma explicação adicional dos códigos de eventos e do sistema de monitoramento dos motores está descrita após a Tabela 1.
Tabela 1
Referência Cruzada de Códigos de Eventos no Link de Dados da Cat para o Procedimento de Diagnóstico de Falhas    
Código e Descrição    Procedimento de Diagnóstico de Falhas    
E073(1) Alta pressão diferencial do filtro de óleo    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Óleo Está Baixa"    
E073(2)Alta Pressão Diferencial do Filtro de Óleo    
E073(3)Alta Pressão Diferencial do Filtro de Óleo    
E098(1) Neutralização da Pré-lubrificação do Motor    Diagnóstico de Falhas, "Pré-lubrificação - Teste"    
E171(2) Baixo Nível de Óleo do Motor    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Óleo Está Baixa"    
E171(3) Baixo Nível de Óleo do Motor    
E198(1) Baixa Pressão do Combustível    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Combustível Está Baixa"    
E198(2) Baixa Pressão do Combustível    
E199(1)Baixa Temperatura do Líquido Arrefecedor    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Líquido Arrefecedor É Baixa"    
E199(2)Baixa Temperatura do Líquido Arrefecedor    
E199(3)Baixa Temperatura do Líquido Arrefecedor    
E233(1)Baixa Pressão de Pré-lubrificação    Diagnóstico de Falhas, "Problema de Pré-lubrificação da Bomba"    
E265(1)Desligamento Definido pelo Usuário    Diagnóstico de FalhasOcorrência, "de Desligamento do Motor"    
E278(1)Alta Temperatura do Diferencial de Escape    Diagnóstico de FalhasA Temperatura na T, "urbina do Turbocompressor Está Alta"    
E278(2)Alta Temperatura do Diferencial de Escape    
E278(3)Alta Temperatura do Diferencial de Escape    
E321(1)Alta Temperatura do Escape Direito    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Escape Está Alta"    
E321(2)Alta Temperatura do Escape Direito    
E321(3)Alta Temperatura do Escape Direito    
E322(1)Alta Temperatura do Escape Esquerdo    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Escape Está Alta"    
E322(2)Alta Temperatura do Escape Esquerdo    
E322(3)Alta Temperatura do Escape Esquerdo    
E360(1) Pressão baixa do óleo do motor    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Óleo Está Baixa"    
E360(2) Baixa Pressão do Óleo do Motor    
E360(3) Pressão baixa do óleo do motor    
E361(1) Alta Temperatura do Líquido Arrefecedor do Motor    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Líquido Arrefecedor Está Alta"    
E361(2) Alta Temperatura do Líquido Arrefecedor do Motor    
E361(3) Alta Temperatura do Líquido Arrefecedor do Motor    
E362(1) Sobrevelocidade do Motor    Diagnóstico de Falhas, "Sobrevelocidade do Motor"    
E362(3) Sobrevelocidade do Motor    
E390(1) Restrição no Filtro de Combustível    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Combustível Está Alta"    
E390(2) Restrição no Filtro de Combustível    
E390(3)Restrição no Filtro de Combustível    
E499(3)Vazamento de Pressão na Galeria de Distribuição de Combustível Número 1    Diagnóstico de Falhas, "O Vazamento da Pressão da Galeria de Distribuição de Combustível Está Alto"    
E539(1)Temperatura Alta do Ar do Coletor de Admissão    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Ar no Coletor de Admissão Está Alta"    
E539(2)Temperatura Alta do Ar do Coletor de Admissão    
E539(3)Temperatura Alta do Ar do Coletor de Admissão    
E583(1)Alta Pressão Diferencial da Admissão de Ar no 1    Diagnóstico de Falhas, "A Admissão de Ar Está Restringida"    
E583(2)Alta Pressão Diferencial da Admissão de Ar no 1    
E584(1)Alta Pressão Diferencial do Filtro de Ar do Motor Número 2    
E584(2)Alta Pressão Diferencial do Filtro de Ar do Motor Número 2    
E678(1)Desligamento no Nível do Solo    Diagnóstico de Falhas, "Desligamento (Nível do Solo) - Teste"    
E771(1)Alta Temperatura do Pós-arrefecedor    Diagnóstico de Falhas, "A Temperatura do Líquido Arrefecedor do Pós-arrefecedor Está Alta"    
E771(2)Alta Temperatura do Pós-arrefecedor    
E771(3)Alta Temperatura do Pós-arrefecedor    
E1036(1)Alta Pressão do Cárter    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Cárter Está Alta"    
E1036(2)Alta Pressão do Cárter    
E1045(2)Pressão Baixa no Coletor de Admissão    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão de Ar do Coletor de Admissão está Baixa"    
E1218(2)Alta Pressão do Combustível Não Filtrado    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Combustível Está Alta"    
E2112(1)Baixa Pressão do Líquido Arrefecedor do Motor    Diagnóstico de Falhas, "A Pressão do Líquido Arrefecedor É Baixa"    
E2112(2)Baixa Pressão do Líquido Arrefecedor do Motor    
E2112(3)Baixa Pressão do Líquido Arrefecedor do Motor    

Partes do Código de Evento

Código de Evento - O "E"identifica o código como um código de evento. Os números "XXX-X" representam um identificador numérico do código de evento. O quarto "(X)" atribui um de três níveis ao código de evento ativo, de acordo com a gravidade da condição anormal do sistema. O código e seguido de uma descrição. Consulte o seguinte exemplo:

  • E360(1) Baixa Pressão do Óleo
  • E360(2) Baixa Pressão do Óleo
  • E360(3) Baixa Pressão do Óleo
A definição dos níveis de severidade de um evento está abaixo:
Nível 1 - O nível 1 alerta o operador de que um sistema do motor requer atenção. O operador deve verificar a condição do sistema envolvido ou deve executar a manutenção do sistema envolvido o mais rápido possível.
Nível 2 - O nível 2 requer uma mudança na operação do motor ou o desempenho de um procedimento de manutenção. Se o problema não for corrigido, poderá resultar em danos aos componentes do motor.
Nível 3 - O nível 3 requer um desligamento seguro imediato do motor, para evitar danos ao motor ou ferimentos nas pessoas ao redor da motor. O problema que causou o evento deve ser corrigido antes da máquina possa voltar a trabalhar.

Códigos de Eventos Ativos

Um código de evento ativo representa um problema com a operação do motor. Resolva o problema assim que possível.
Os códigos de eventos ativos são listados em ordem numérica crescente. O código com o número mais baixo está listado primeiro.
A ilustração 1 é um exemplo da faixa de operação de um sensor.


Ilustração 1g01365757
Exemplo da faixa de operação típica de um sensor
(1) Esta área representa a faixa normal de funcionamento do parâmetro do motor.
(2) Nessas áreas, o motor está funcionando dentro de uma faixa de operação não segura do parâmetro monitorado. Um código de evento será gerado para o parâmetro monitorado. O circuito do sensor não apresenta um problema eletrônico.
(3) Nessas áreas, o sinal do sensor está fora da faixa de operação do sensor. O circuito do sensor apresenta um problema eletrônico. Um código de diagnóstico será gerado para o circuito do sensor. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Lista de Códigos de Falha de Diagnóstico" para obter mais informações sobre os códigos de diagnóstico.

Códigos de Evento Registrados

Quando o Módulo de Controle Eletrônico (ECM) gera um código de evento, o ECM registra o código na memória permanente. O ECM tem um relógio interno de diagnóstico. O ECM registrará as seguintes informações quando um código de evento for gerado:

  • A hora da primeira ocorrência do código.
  • A hora da última ocorrência do código.
  • A quantidade de ocorrências do código.
Os eventos registrados são listados em ordem cronológica. O evento mais recente aparece primeiro.
Essas informações podem ser úteis no diagnóstico de problemas intermitentes. Os códigos registrados também podem ser usados para análise do desempenho do motor.

Como Apagar Códigos de Evento

Um código será apagado da memória quando ocorrer uma das seguintes condições:

  • O código não se repetir há mais de 100 horas.
  • Um novo código for registrado e já existirem dez códigos na memória. Nesse caso, o código mais antigo será apagado.
  • O técnico de serviço apagar manualmente o código.
Sempre apague os códigos de eventos registrados após a investigação e a correção do problema que gerou o código.

Diagnóstico de Falhas

Para um diagnóstico de falhas básico do motor, execute os seguintes passos para diagnosticar um funcionamento incorreto:

  1. Obtenha as seguintes informações sobre a reclamação:
    • O evento e a hora do evento.
    • Determine as condições do evento. As condições incluirão a rpm e a carga do motor.
    • Determine se há quaisquer sistemas instalados pelo revendedor ou pelo cliente que possam ter causado o evento.
    • Verifique se ocorreram eventos adicionais.

  1. Verifique se a reclamação não é devido a uma operação normal do motor. Verifique se a reclamação não é devido a um erro do operador.

  1. Reduza as causas prováveis. Considere as informações do operador, as condições de operação e o histórico do motor.

  1. Faça uma inspeção visual. Inspecione os seguintes itens:
    • Suprimento de combustível
    • Nível de óleo
    • Suprimento de óleo
    • Fiação
    • Conectores
Não deixe de inspecionar os conectores. Os conectores podem causar problemas intermitentes. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Inspeção dos Conectores Elétricos".
Se esses passos não corrigirem o problema, consulte a Tabela 1 para obter o procedimento de diagnóstico de falhas do código de evento.

3516B e 3516C Motores para Caminhões Fora-de-Estrada 789D-Códigos de Problemas de Diagnóstico

Códigos de Problemas de Diagnóstico


Informações de Referência Cruzada dos Códigos de Diagnóstico

A Tabela 1 contém uma lista dos códigos de diagnóstico do motor. Os códigos de diagnóstico são cruzados com o procedimento apropriado que pode ser usado para diagnosticar o código.
Mais explicações dos códigos de diagnóstico são dadas após a Tabela 1.
Tabela 1
Referência Cruzada entre o "Código CID-FMI" e o Procedimento ou Teste Funcional    
"Código CID-FMI"    Teste Funcional ou Procedimento    
1-5 Injetor do Cilindro no 1 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
1-6 Injetor do Cilindro no 1 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
2-5 Injetor do Cilindro no 2 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
2-6 Injetor do Cilindro no 2 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
3-5 Injetor do Cilindro no 3 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
3-6 Injetor do Cilindro no 3 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
4-5 Injetor do Cilindro no 4 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
4-6 Injetor do Cilindro no 4 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
5-5 Injetor do Cilindro no 5 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
5-6 Injetor do Cilindro no 5 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
6-5 Injetor do Cilindro no 6 com Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
6-6 Injetor do Cilindro no 6 com Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
7-5 Injetor do Cilindro no 7: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
7-6 Injetor do Cilindro no 7: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
8-5 Injetor do Cilindro no 8: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
8-6 Injetor do Cilindro no 8: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
9-5 Injetor do Cilindro no 9: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
9-6 Injetor do Cilindro no 9: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
10-5 Injetor do Cilindro no 10: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
10-6 Injetor do Cilindro no 10: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
11-5 Injetor do Cilindro no 11: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
11-6 Injetor do Cilindro no 11: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
12-5 Injetor do Cilindro no 12: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
12-6 Injetor do Cilindro no 12: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
13-5 Injetor do Cilindro no 13: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
13-6 Injetor do Cilindro no 13: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
14-5 Injetor do Cilindro no 14: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
14-6 Injetor do Cilindro no 14: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
15-5 Injetor do Cilindro no 15: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
15-6 Injetor do Cilindro no 15: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
16-5 Injetor do Cilindro no 16: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
16-6 Injetor do Cilindro no 16: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Solenoide do Injetor - Teste"    
41-3 Alimentação de 8 VCC: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
41-4 Alimentação de 8 VCC: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
91-3 Sensor de Posição do Acelerador: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Controle de Velocidade - Teste"    
91-4 Sensor de Posição do Acelerador: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Controle de Velocidade - Teste"    
91-8 Sensor de Posição do Acelerador: Frequência, Largura de Pulso ou Período Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Controle de Velocidade - Teste"    
95-2 Sensor de Pressão Diferencial do Filtro de Combustível: Irregular, Intermitente ou Incorreta    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
99-2 Sensor de Pressão Diferencial do Filtro de Combustível: Irregular, Intermitente ou Incorreta    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
100-3 Sensor de Pressão do Óleo do Motor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
100-4 Sensor de Pressão do Óleo do Motor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
100-13 Sensor de Pressão do Óleo do Motor: Descalibrado    Diagnóstico de Falhas, "Calibragem Necessária do Sensor - Teste"    
101-3Sensor de Pressão do Ar do Cárter: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
101-4Sensor de Pressão do Ar do Cárter: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
110-3 Sensor de Temperatura do Líquido Arrefecedor do Motor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
110-4 Sensor de Temperatura do Líquido Arrefecedor do Motor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
168-1 Tensão do Sistema Elétrico: Baixa    Diagnóstico de Falhas, "Fonte de Alimentação Elétrica - Teste"    
168-2 Tensão do Sistema Elétrico: Irregular, Intermitente ou Incorreta    Diagnóstico de Falhas, "Fonte de Alimentação Elétrica - Teste"    
172-3 Sensor de Temperatura do Ar do Coletor de Admissão: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
172-4 Sensor de Temperatura do Ar do Coletor de Admissão: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
190-8 Sensor de Rotação do Motor: Frequência, Largura de Pulso ou Período Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Rotação/Regulagem - Teste"    
253-2 Módulo de Personalidade: Irregular, Intermitente ou Incorreto    Diagnóstico de Falhas, "Software do ECM - Instalação"    
261-13Calibragem da Distribuição do Motor: Descalibrado    Diagnóstico de Falhas, "Distribuição - Calibre"    
262-3 Fonte de Alimentação de 5 VCC do Sensor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
262-4 Fonte de Alimentação de 5 VCC do Sensor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
267-2 Entrada de Desligamento Remoto: Irregular, Intermitente ou Incorreta    Diagnóstico de Falhas, "Desligamento - Teste"    
267-3 Entrada de Desligamento Remoto: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Desligamento (Nível do Solo) - Teste"    
267-4 Entrada de Desligamento Remoto: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Desligamento (Nível do Solo) - Teste"    
268-2 Falha do Parâmetro Programado: Irregular, Intermitente ou Incorreto    Diagnóstico de Falhas, "Parâmetros de Configuração"    
274-3 Sensor de Pressão Atmosférica: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
274-4 Sensor de Pressão Atmosférica: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
274-13Sensor de Pressão Atmosférica: Descalibrado    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
289-3 Sensor de Pressão do Combustível - Antes do Filtro de Combustível: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
289-4 Sensor de Pressão do Combustível - Antes do Filtro de Combustível: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
289-13 Sensor de Pressão do Combustível - Antes do Filtro de Combustível: Descalibrado    Diagnóstico de Falhas, "Calibragem Necessária do Sensor - Teste"    
291-5 Solenoide do Ventilador de Arrefecimento do Motor: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Controle do Ventilador de Arrefecimento - Teste"    
291-6 Solenoide do Ventilador de Arrefecimento do Motor: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Controle do Ventilador de Arrefecimento - Teste"    
296-9 Controle de Transmissão: Taxa de Atualização Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Link de Dados da Cat - Testar"    
296-14 Controle de Transmissão: Instrução Especial    Diagnóstico de Falhas, "Link de Dados da Cat - Testar"    
338-5 Relé da Bomba de Pré-lubrificação do Motor: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Pré-lubrificação - Teste"    
338-6 Relé da Bomba de Pré-lubrificação do Motor: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Pré-lubrificação - Teste"    
342-8 Sensor de Rotação Secundário do Motor: Frequência, Largura de Pulso ou Período Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Distribuição - Calibre"    
460-3 Sensor de Pressão do Combustível - Após o Filtro de Combustível: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
460-4 Sensor de Pressão do Combustível - Após o Filtro de Combustível: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
542-3Sensor de Pressão do Óleo do Motor - Antes do Filtro de Óleo: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
542-4Sensor de Pressão do Óleo do Motor - Antes do Filtro de Óleo: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
544-2Sensor de Velocidade do Ventilador de Arrefecimento do Motor: Irregular, Intermitente ou Incorreto    Diagnóstico de Falhas, "Velocidade do Ventilador de Arrefecimento - Teste"    
544-8 Sensor de Velocidade do Ventilador de Arrefecimento do Motor: Período, Largura do Pulso ou Frequência Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Velocidade do Ventilador de Arrefecimento - Teste"    
546-5 Relé de Retenção de Éter aberto/em curto com o terra    Diagnóstico de Falhas, "Auxílio de Partida a Éter - Teste"    
546-6 Relé de Retenção de Éter em curto com o positivo da bateria    Diagnóstico de Falhas, "Auxílio de Partida a Éter - Teste"    
800-9 Módulo Principal do VIMS (Vital Information Management System, Sistema de Gerenciamento de Informações Vitais): Taxa de Atualização Anormal    Diagnóstico de Falhas, "Link de Dados da Cat - Testar"    
800-14 Módulo Principal do VIMS: Instrução Especial    Diagnóstico de Falhas, "Link de Dados da Cat - Testar"    
827-3 Sensor de Temperatura de Escape Esquerdo: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
827-4 Sensor de Temperatura do Escape Esquerdo: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
828-3 Sensor de Temperatura de Escape Direito: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
828-4 Sensor de Temperatura do Escape Direito: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
829-3Sensor de Temperatura do Líquido Arrefecedor do Pós-arrefecedor Traseiro: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
829-4Sensor de Temperatura do Líquido Arrefecedor do Pós-arrefecedor Traseiro: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
1785-3 Sensor de Pressão do Coletor de Admissão: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
1785-4 Sensor de Pressão do Coletor de Admissão: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2131-3 Fonte de Alimentação CC No 2 do Sensor de 5 Volts: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
2131-4 Fonte de Alimentação CC No 2 do Sensor de 5 Volts: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Alimentação do Sensor - Teste"    
2271-5 Solenoide de Ativação do Sistema de Renovação de Óleo do Motor: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Renovação do Óleo - Teste"    
2271-6 Solenoide de Ativação do Sistema de Renovação de Óleo do Motor: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Renovação do Óleo - Teste"    
2302-3 Sensor de Pressão de Saída da Bomba do Líquido Arrefecedor do Motor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2302-4 Sensor de Pressão de Saída da Bomba do Líquido Arrefecedor do Motor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2417-5 Solenoide de Controle de Injeção de Éter: Corrente Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Auxílio de Partida a Éter - Teste"    
2417-6 Solenoide de Controle de Injeção de Éter: Corrente Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Auxílio de Partida a Éter - Teste"    
2738-3 Sensor de Pressão de Admissão do Compressor No 1 do Turbocompressor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2738-4 Sensor de Pressão de Admissão do Compressor No 1 do Turbocompressor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2739-3 Sensor de Pressão de Admissão do Compressor No 2 do Turbocompressor: Tensão Acima do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    
2739-4 Sensor de Pressão de Admissão do Compressor No 2 do Turbocompressor: Tensão Abaixo do Normal    Diagnóstico de Falhas, "Sinal do Sensor (Analógico, Ativo) - Teste"    

Códigos de Diagnóstico

Os códigos de diagnóstico alertam o operador de que foi detectado um problema no sistema eletrônico. Os códigos de diagnóstico são usados também pelo técnico de serviços para identificar a natureza do problema. O Técnico Eletrônico (ET) Caterpillar é um programa de software desenvolvido para ser executado em um computador pessoal. O software pode ser usado pelo técnico de serviço para visualizar as informações sobre os códigos de diagnóstico de um ECM. Os códigos de diagnóstico podem ser compostos pelo identificador de componente (CID) e do identificador do modo de falha (FMI).
Identificador de Componente (CID Component Identifier) - O CID indica o componente que gerou o código. Por exemplo, o CID número 1 identifica o injetor de combustível do cilindro número um.
Identificador do Modo de Falha (FMI, Failure Mode Identifier) - O FMI identifica o tipo de falha.
Consulte a Tabela 1 para obter uma lista completa dos códigos de diagnóstico e o procedimento de diagnóstico de falhas apropriado.
Nota: Não confunda códigos de diagnóstico com códigos de eventos. Os códigos de evento alertam o operador de que uma condição anormal de operação, como baixa pressão de óleo ou alta temperatura do líquido arrefecedor, foi detectada. Se um código de evento estiver ativo, consulte Diagnóstico de Falhas, "Códigos de Evento".
A ilustração 1 é um exemplo da faixa de operação de um sensor.

Exemplo da faixa de operação típica de um sensor
(1) Esta área representa a faixa normal de funcionamento do parâmetro do motor.
(2) Nessas áreas, o motor está funcionando dentro de uma faixa de operação não segura do parâmetro monitorado. Um código de evento será gerado para o parâmetro monitorado. O circuito do sensor não apresenta um problema eletrônico. Consulte Diagnóstico de Falhas, "Códigos de Eventos" para obter mais informações sobre os códigos de eventos.
(3) Nessas áreas, o sinal do sensor está fora da faixa de operação do sensor. O circuito do sensor apresenta um problema eletrônico. Um código de diagnóstico será gerado para o circuito do sensor.

Códigos de Diagnóstico Ativo

Um código de diagnóstico ativo representa um problema no sistema de controle eletrônico. Resolva o problema assim que possível.
Quando o ECM do motor gera um código de diagnóstico ativo, o indicador de "Alarme Ativo" ("Status do Alarme de Controle do Motor" no ET Cat) é ativado. O operador será alertado. Se a condição que gerou o código for momentânea, a mensagem desaparecerá da lista de códigos de diagnóstico ativos. O código de diagnóstico fica registrado.

Códigos de Diagnóstico Registrados

Quando o ECM gera um código de diagnóstico, o ECM registra esse código na memória permanente. O ECM tem um relógio interno de diagnóstico. Cada ECM registrará as seguintes informações quando um código for gerado:

  • A hora da primeira ocorrência do código.
  • A hora da última ocorrência do código.
  • A quantidade de ocorrências do código.
Essas informações são indicadores importantes para o diagnóstico de problemas intermitentes.
Um código será apagado da memória quando ocorrer uma das seguintes condições:

  • O técnico de serviço apagar manualmente o código.
  • O código não se repetir há mais de 100 horas.
  • Um novo código for registrado e já existirem dez códigos na memória. Nesse caso, o código mais antigo será apagado.
Alguns códigos de diagnóstico podem ser acionados facilmente. Alguns códigos de diagnóstico podem registrar ocorrências que não resultam em reclamações. A causa mais provável de um problema intermitente é uma conexão defeituosa ou fiação elétrica danificada. A próxima causa mais provável é a falha de um componente. A causa menos provável é a falha de um módulo eletrônico. Códigos de diagnóstico registrados repetidamente podem indicar um problema que requer investigação especial.
Nota: Sempre apague os códigos de diagnóstico registrados após a investigação e a correção do problema que gerou o código.