sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Credo E-Bone


 
 O designer húngaro Peter Simon desenvolveu o projeto do Credo E-Bone, um ônibus que não emite gás carbônico. O veículo funciona a base de células combustíveis de hidrogênio, baterias de lítio e é movido por motores elétricos. Ele carrega as baterias no teto e sua estrutura foi costruída com um composto de plástico que faz com que o ônibus se mantenha leve e, consequentemente, aumente a eficiência energética. Além do conceito sustentável, o Credo E-Bone ainda tem um design futurista.

Neobus Mega BRT


Com um design externo que aposta na aerodinâmica e no efeito de percepção visual “trem bala”, o Mega BRT é um projeto que expressa a evolução do mundo do ônibus no Brasil.  O interior do Mega BRT conta com um amplo espaço, tanto na altura como na largura, e também com uma maior área envidraçada, transmitindo a exata sensação de liberdade, aconchego e comodidade que ele proporciona. O veículo tem 28 metros de comprimento, 2,6 metros de largura, 2,20 metros de altura interna e pode transportar até 300 passageiros. O modelo conta com duas articulações sanfonadas, e chega ao comprimento de três ônibus convencionais juntos.

Mercedes Benz Water Cannon



O novo lançamento da Mercedes-Benz deverá deixar os protestantes da Alemanha apreensivos. Trata-se do Water Cannon 10.000 – ou WaWe 10 -, um caminhão com canhão d’água para dispersão de grandes aglomerações. O veículo foi desenvolvido sobre a plataforma de um Actros 3341, com um motor V6 turbo de 413 cv de potência e tração integral. Com 3,7 m de altura e quase 10 m de comprimento, o WaWe 10 pesa 33 toneladas e conta com reservatório para 10 mil litros de água. O líquido é esquichado por meio de três mangueiras: duas dianteiras e uma traseira. As que saem pela frente do modelo são capazes de lançar 1.200 litros por minuto, enquanto a que fica atrás dá conta de 900 litros/ minuto, ambas com a ajuda de uma centrífuga de 10 bar. Elas funcionam com ajuda de um motor a diesel que opera separadamente do propulsor principal do veículo. O WaWe 10 tem um custo de US$ 1.45 milhão (cerca de R$ 2.7 milhões) e foi feito sob encomenta do governo alemão, que deverá comprar 78 unidades. E, para evitar protestos conta o aquecimento global, a Mercedes já faz sua parte. Os motores a diesel do modelo atendem ao padrão Euro 5 de emissões.
Fonte: revista autoesporte

Mercedes Benz Actros


O Mercedes Benz Actros tem opções de motores BlueTec V6 de 320 cavalos de potência 476 cv e V8 de 510 cv a 598 cv, ambos disponíveis na versão Euro 5. O exclusivo BlueTec combina economia com ecologia pois suas emissões de CO2 são bem menores que os modelos anteriores. O Actros foi o primeiro caminhão a incorporar um sistema de controle de nível para garantir que a cabine permaneça na horizontal em pavimentos desiguais. Além da ampla cabine ele possui um sistema de ar condicionado com temperatura controlada. O modelo conta ainda com suspensão automática. No seu interior, possui mesas rebatíveis e armários.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

IVECO OEX


Um projeto do designer Hamid Bekhradi para a marca Fiat, o Iveco Oex é um conceito de transporte para o futuro. Com uma enorme janela panorâmica para que os passageiros desfrutem da paisagem, o caminhão foi pensado para passeios off road, capaz de levar de 12 até 15 passageiros.
Foi projetada também uma versão maior, com capacidade para 20 passageiros, para percursos de maior distância. Os dois projetos  contam com o aproveitamento da energia solar, como é mostrado no vídeo de demonstração.

Iveco Stralis


O Iveco Stralis possui três versões para atender à sua necessidade.
•4 x 2 – Ideal para aplicações de transporte de cargas com PBTC de até 46 toneladas.
•6 x 2 – Essa configuração possiblita cargas de PBTC de até 57 toneladas.
•6 x 4 – Configuração ideal para Rodotrem Rodoviário com PBTC de 74 toneladas.
Cabine
Projetado para percorrer grandes distâncias, o novo Iveco Stralis teve como prioridade de projeto a ergonomia da sua cabine, tanto na dimensão quanto nos detalhes. Totalmente nova, a cabine tem um design moderno e arrojado que transmite robustez e agilidade, agregando valor à marca do cliente pela sua beleza e estilo. Espaçosa, seu conforto é comparável a automóveis de luxo e oferece funcionalidade, segurança e maior produtividade.
Motor
Eficiência – esse poderia ser o outro nome do motor Iveco Cursor 13, de 12,9 litros e 6 cilindros. O gerenciamento eletrônico e a operação na faixa econômica aliam alta performance com economia de combustível. Sua faixa de torque plano é a maior da categoria, o que proporciona melhor rendimento e menor necessidade de trocas de marcha. Isso significa menor desgaste do motorista e do equipamento, menor consumo de combustível e maior produtividade.
Custo de operação
Mais conforto, melhor desempenho, maior produtividade. Não é à toa que o Novo Iveco Stralis é o caminhão pesado mais econômico do Brasil. Além de maior economia de combustível, oferece outra grande vantagem: baixo custo operacional. O novo Iveco Stralis foi projetado com os cubos da roda dianteiros banhados a óleo, que dão maior durabilidade e menor custo de manutenção além dos mancais da suspensão dianteira isentos de lubrificação (Silent Block).
A caixa de câmbio é outra aliada, proporciona menores índices de desgaste e de quebras por ter o melhor escalonamento das marchas. Seu dispositivo Servoshift alivia o esforço de engate e reduz o curso da alavanca, permitindo trocas mais rápidas e precisas aumentando a vida útil dos componentes. Mas a economia não pára por aí. O freio-motor do novo Iveco Stralis tem uma das maiores potências de frenagem do mercado: são 347 cv atuando nas válvulas de escape do motor – o Iveco Turbo Brake proporciona maior durabilidade do sistema de freios e, conseqüentemente, reduz o custo de manutenção.
Consumo de combustível
Se na operação e na manutenção o Novo Iveco Stralis faz bonito, no consumo de combustível ele dá um show. O inteligente desenho das curvas de potência e torque do Cursor 13 é uma das razões do baixo consumo do motor. Com um leve toque no acelerador, o motorista passa da marcha lenta de 800 rpm para 1.000 rpm e já entra na faixa cheia de torque, facilitando a saída da inércia. Com o aumento das rotações do motor (1.400 rpm no caso da versão 380cv e de 1.500 rpm na versão 420cv) ao final da faixa plana de torque, a potência atinge seu pico, permitindo o melhor resultado final: desempenho e economia.

CAMINHÃO FNM


O FNM era equipado com um motor Diesel de 150 HP, Alfa Romeo, seis cilindros, de injeção a quatro tempos, relação de compressão de 17:1, 11.050 cilindradas e rotação máxima de 2000 por minuto, uma novidade para a época pois a maioria usava motor a gasolina. O bloco do motor era fundido em liga leve de alumínio, com camisas removíveis, facilitando em muito a manutenção e reparos até no caso de retífica do motor. Possuía quatro marchas normais e quatro multiplicadas á frente e marcha a ré normal e multiplicada. Duas árvores de transmissão, dianteira entre a embreagem e caixa de mudança, e a traseira entre a caixa de mudanças e o diferencial