domingo, 7 de dezembro de 2014

Axor 3344

 Valente, topa todos os desafios, robusto, eficiente e sempre pronto para o trabalho. Não, não estamos falando de nenhum super-herói, mas do Axor 3344.
 
 
 
Quem trabalha fora da estrada, especialmente no segmento canavieiro, sabe da importância de ter um caminhão com essas características. O Axor 3344, além de oferecer toda a disponibilidade e durabilidade que os canavieiros precisam, oferece ainda muito conforto e ótima relação custo/benefício.
A força e robustez do nosso caminhão são reforçadas pelos seus números: capacidade máxima de tração (CMT) de 123 toneladas e 439 cavalos de potência. O eixo traseiro com redução nos cubos proporciona maior força transmitida à roda, facilitando o desafio de vencer terrenos acidentados.
Tanta força só pode ser parada com sistemas auxiliares de freio eficientes. Por isso, o Axor 3344 conta com o freio motor Top Brake, ABS e freios a tambor, ideais para o cenário encontrado nas aplicações off-road, tudo de série. O Top Brake, além de contribuir para uma frenagem mais eficiente, auxilia no consumo de combustível e aumenta a durabilidade dos componentes de freio e dos pneus. Para condições extremamente severas, o Retarder Voith está disponível como opcional.
Produtividade também é palavra de ordem. Por isso, o Axor 3344 é oferecido em duas versões: cavalo mecânico e plataforma. A primeira permite combinações com bitrem ou rodotrem, por exemplo, enquanto a segunda pode receber implementos como “treminhão” e “Romeu e Julieta”.
Outro fator importante é a tecnologia BlueTec5, já reconhecida pelo mercado como sinônimo de eficiência, economia de combustível e redução de custo operacional. Para economizar ainda mais, no painel está disponível o econômetro, que auxilia o motorista indicando qual é a rotação ideal para o melhor consumo de combustível.
E quem disse que trabalhar fora da estrada significa comprometer o conforto do motorista? Trio elétrico, ar condicionado e até câmbio semi-automatizado são itens de série nesse caminhão!

Accelo 815


Com PBT de 8,3 toneladas, modelo tem a vantagem de poder circular em áreas urbanas.
 
O Accelo 815, o famoso “Mercedinho”, é ideal para quem procura eficiência e rapidez na coleta e distribuição de cargas em ambientes urbanos e rodoviários de curta distância. O modelo é durável e moderno, com a vantagem de ter uma cabina muito confortável, incluindo um fácil acesso ao seu interior.
Além de tudo, seu motor OM 924 LA com quatro cilindros em linha é muito econômico e durável, motivos que fizeram do 815 o veículo leve Euro 5 mais vendido em 2012. O modelo também apresenta reduzido custo operacional e intervalos de troca de óleo que chegam a 45 mil quilômetros.
Com Peso Bruto Total de 8,3 toneladas, o Accelo 815 é o veículo que você precisa para tornar seu negócio rentável e lucrativo. Uma ótima opção principalmente para o tráfego dentro de grandes cidades, já que o modelo possui versões que atendem as legislações de restrição de circulação. O modelo ainda contribui oferecendo uma excelente manobrabilidade, o que hoje é importantíssimo devido ao tráfego intenso e a falta de espaço nos centros urbanos.

ZIL131



     
      
                
O ZIL- 131 é um caminhão de uso geral de 3,5 toneladas 6x6 projetado na União Soviética .
E um caminhão super resistente e demonstra a engenharia russa que na minha opinião e uma das melhores do mundo existem vários vídeos no YouTube que demonstram sua força e impressionante em alguns ele esta abarrotado de toras de madeira e atravessando rios com correnteza fortíssima e ele não para de forma alguma.
Ficha técnica.

Peso liquido : 6700 kg
Carga: 5000 kg , mais reboque 5000 kg ( na estrada ) , ou 3.500 kg , mais reboque 4000 kg off road.
Suspensão: eixos sólidos com feixes de molas .
Motor: V8 a gasolina de 6960cc carburado
Taxa de compressão : 6,5:1 .
Velocidade máxima: 80 kmh
Freios : cilindros, com controle pneumático .
Medidas de pneus : 12.00x20 .
Os tanques de combustível : 2x45 gal ou 342litros.
Consumo de combustível : 2,5 km (cidade) , 2 a 1 litros km (offroad ) .
transmissão : 5 m , caixa de transferência de 2 velocidades
                           Imagens ilustrativas
                            ZIL 131 com carroceria de transporte geral.

                             

 
                          ZIL 131 carro oficina hoje em dia em alguns lugares eles são convertidos em Motorhome.  
                                      

                       Note a robustez de um diferencial deste caminhão são iguais aos eixos do americano REO m35.
                                
                  Na ponta de eixo de todas as rodas existe uma passagem de ar comprimido para controlar a pressão dos pneus  um dos itens deste veiculo que mostra a engenhos idade russa (o ar passa por dentro do semi-eixo).
                               
                          Suspençao com grande flexibilidade e robustez.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

CARRETA 5ª RODA

A carreta industrial 5ª roda desenvolvida pela Paletrans Carretas é um equipamento composto por eixos inteiriços montados sobre bandeja de giro no eixo dianteiro. Estes modelos possuem eixo traseiro fixo e apresentam uma boa capacidade de manobras em ré.
São montadas com pneu inflável ou superelástico. Podem apresentar-se com suspensão com molas semi-elípticas ou rígidas. Também podem, opcionalmente, ser montada com freio a ar.
CARRETA 5ª RODA CARRETA 5ª RODA
Dimensões Comprimento(C)(m) 6,0 12,0
Largura(L)(m) 2,5 2,5
Carga (t) Caracteristica Altura (H)(mm) Modelo Modelo
20 Susp. Rígida 1000 501 502
Com Mola 1000 503 504
Com Freio 1000 505 506
C/ Mola e Freio 1000 507 508
30 Susp. Rígida 1100 509 510
Com Mola 1100 511 512
Com Freio 1100 513 514
C/ Mola e Freio 1100 515 516
40 Susp. Rígida 1200 517 518
Com Mola 1200 519 520
Com Freio 1200 521 522
C/ Mola e Freio 1200 523 524





























































































































































































































CARRETA ESPECIAL PARA OPERAÇÃO EM PORTOS

A carreta para transporte de contêineres de 40 pés ou dois de 20 pés, com capacidade de carga de 65 toneladas, é um produto especialmente projetado para suportar o trabalho pesado e as difíceis condições existente nos portos brasileiros.
Por ser um produto 100% nacional, possui cadastro no BNDES para compra via FINAME e REPORTO, portanto livre de custos de importação e caros fretes internacionais. Isso também proporciona que nossa Carreta Especial Portuária tenha Assistência Técnica / Pós Vendas rápida e descomplicada no Brasil, além de garantia total de uma empresa com mais de 35 anos de atuação no mercado.
Todo o projeto foi idealizado visando alta disponibilidade operacional, com mínimo custo de manutenção. Veja abaixo alguns diferenciais:

1. Assoalho de Segurança

Segurança para operador inspecionar os lacres, confeccionado em chapa expandida que proporciona aderência sem retenção de água.

2. Facilitador de Posicionamento do Contêiner

Posiciona o contêiner 20' ou Isotanque automaticamente, dando facilidade e agilidade para os operadores de Portêiner / Transtêiner / Reach Stacker e motoristas.

3. Guias Super Reforçadas, Sempre Visíveis e Locks para Isotanque

Projetadas para resistir aos impactos dos contêineres, confeccionada em chapa grossa, com adição de barra maciça na parte superior.
Possui também tiras de proteção de pintura, que reduz a manutenção e mantém a fácil visualização para os operadores de Portêiner / Transtêiner / Reach Stacker.
Sistema de posicionamento específico para Isotanque com 4 locks de travamento.

4. Apoios Laterais Reforçados

Projeto em dupla caixa fechada, feito em chapa grossa para resistir às severas condições de operações em áreas portuárias.

5. Suspensão Tandem

Não utiliza molas, tem poucas peças móveis, mantém a carga estável, proporcionando alta disponibilidade operacional com mínimo custo de manutenção.

6. Iluminação Embutida

Lanternas de luz led protegidas, proporcionando baixa manutenção e segurança operacional.

CHASSI SUPER REFORÇADO

Chassi super resistente, confeccionado com vigas de aço estrutural, com perfil laminado a quente sem solda, proporcionando vida longa e baixa manutenção.

GUIAS REFORÇADAS

Projetadas para resistir aos impactos dos contêineres , chapa grossa com adição de barra maciça no vértice e tiras de proteção da pintura refletiva. Possui 4 locks para travamento de isotanque.

FACILITADOR DE POSICIONAMENTO DO CONTÊINER

Posiciona um contêiner de 20 pés ou isotanque de forma rápida e fácil, proporcionando ganho de produtividade para os operadores.

APOIOS LATERAIS REFORÇADOS

Projeto em dupla caixa fechada, feito em chapa grossa para resistir às severas condições de operações em áreas portuárias.

SUSPENSÃO TANDEM

Suspensão muito robusta, que proporciona maior estabilidade da carga sem uso de molas, poucas peças móveis com alta disponibilidade e mínima manutenção.

PÉS DE ESTACIONAMENTO

Pés mecânicos com altura variável acionados por manivela, permitindo acoplamento fácil e ágil em Terminal Tractors e em cavalos mecânicos.
Transportando 1 contêiner de 20 pés
ou isotanque.
Transportando 2 contêineres de 20 pés.
Transportando 1 contêiner de 40 pés.

CARRETA PORTUÁRIAS CUSTOMIZADAS

Capacidade de carga: 50 toneladas
Para Contêineres 45 pés / 40 pés / até 2 de 20 pés
Suspensão: Eixo único
Rodagem: Pneus infláveis
Capacidade de carga: 65 toneladas
Para Contêineres 40 pés / até 2 de 20 pés
Suspensão: Eixo Tandem
Rodagem: Pneus Superelásticos ou Infláveis
Capacidade de carga: 50 toneladas
Para Contêineres 45 pés / 40 pés / até 2 de 20 pés
Suspensão: Eixo único
Rodagem: Pneus infláveis
Capacidade de carga: 32 toneladas
Para Fardos de Celulose
Suspensão: Biaxial
Rodagem: Pneus Superelásticos
Capacidade de carga: 130 toneladas
Para Placas de Aço Frias
Suspensão: Triaxial
Rodagem: Pneus infláveis
Capacidade de carga: 120 toneladas
Para Placas de Aço Quentes
Suspensão: Triaxial
Rodagem: Pneus Superelásticos

História da marca FNM

Por: José C. Reinert.
A construção da Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi iniciada em 1940, no governo de Getúlio Vargas, na cidade de Duque de Caxias-RJ, distrito de Xerém.  Ela foi idealizada pelo Brigadeiro Antônio Guedes Muniz, tendo sido oficialmente fundada em 13/06/42, para a construção de motores aeronáuticos, que seriam utilizados em aviões de treinamento militar.  Era a época da IIa. Guerra Mundial, e em troca da utilização de bases militares no nordeste brasileiro, o governo norte americano deu incentivos financeiros e  assistência técnica, para a construção tanto da FNM, como da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).
A produção de fato começou apenas em 1946, quando o maquinário ficou pronto, e pouquíssimas unidades de motores de avião chegaram a ser construídos pela FNM pois, com o fim da guerra, os mesmos já estavam ultrapassados e se tornaram obsoletos. Nesta época a FNM já era chamada de “cidade dos motores”.
FOTO FÁBRICA
Inicia-se então um período de reformulação, e como as excelentes máquinas importadas para a fabricação daqueles motores facilmente se adaptavam a vários outros tipos de produção, iniciou-se a fabricação de geladeiras, compressores, bicicletas, tampinhas de garrafas e peças para trem, fazendo-se também serviços de revisão de motores de avião.  Isso até 1948.
No começo de 1949 a FNM firmou contrato com a Italiana Isotta Fraschini para a fabricação de um caminhão Diesel de 7,5 lt, inicialmente apenas montado aqui, mas com projeto de nacionalização progressiva. Até o fim daquele ano foram entregues 200 desses caminhões, denominados FNM IF-D-7300 para 7.500 kg.  Mas já em 1950 a Isotta, que enfrentava dificuldades financeiras em casa, veio a encerrar as suas atividades.
Em vista disso, pouco tempo depois (ainda em 1950) a FNM  firmou um novo acordo, com a também italiana Alfa Romeo, pelo qual seriam fabricados os caminhões Alfa Romeo, e também chassis para ônibus, sob licença da marca italiana. Os caminhões seriam denominados FNM-Alfa Romeo D-9.500, e seriam equipados com motor de 130 CV, tendo uma capacidade de carga de 8.100 kg (aumentada para 22.000 kg, se acoplado a uma carreta de dois eixos).
Já em 1951 começou a produção do FNM D-9,500, mas a sua comercialização só se daria no início de 1952.  Graças a suas características de grande robustez, foi imediatamente muito bem aceito no mercado.  Além disso, era o único caminhão a possuir uma espaçosa cabine leito dotada de duas camas, ideal para longas viagens, que então duravam de semanas a meses.
Já em 1958 a FNM lançava o modelo D-11.000, com motor de 11 litros e potência de 150 CV, a qual seria aumentada para 175 CV em 1967.  Em 21 de abril de 1960, em comemoração à fundação de Brasília, a FNM lança o 1º automóvel da sua linha, derivado do Alfa Romeo 2000, e denominado FNM JK.  Posteriormente ele seria substituído pelo modelo FNM 2150, e mais tarde pelo Alfa Romeo 2300.
  • Em 1968 a fábrica foi vendida para a Alfa Romeo italiana, numa das primeiras privatizações do país;
  • Em 1972, lançou os novos caminhões FNM 180 e 210, com 180 CV e 215 CV, respectivamente;
  • Em 1973 a FIAT compra 43% das ações da Alfa Romeo, e em 1976 assume o total controle acionário.  A Fiat continuou produzindo os FNM 180 e 210 até 1979, quando os substituiu pelo FIAT 190;
  • Em 1985, já administrada pela Iveco (empresa italiana do grupo FIAT) e com o declínio acentuado na venda de caminhões, encerra as suas atividades no Brasil.

Capturar8
Capturar7
Capturar6
Capturar2 FNM
Capturar1
Abaixo, um foto atual da fábrica, cuja estrutura foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

FOTO FÁBRICA COLORIDA ATUAL
A linha de montagem dos FNMs 180/210 e dos FIAT 130.
FNM - 1976 - Linha de Montagem caminhões
Fabricando os carros modelo 2300.
FNM - 1976 - Linha de Montagem AR 2300 - 2 de 3
Fotos funcionários chegando na fábrica.
ENTRADA DOS TRABALHADORES
ENTRADA FNM 01
ENTRADA FNM
FNM07

Dodge D-700

Inspirados por um amigo nosso que está reformando um Dodge D-700, resolvemos trazer para você, amigo leitor, um post sobre o mesmo.
O D-700 é um caminhão de relevante importância histórica, já que remete aos primeiros dias da Chrysler brasileira, representando seu produto de estreia na linha de caminhões.
Com produção iniciada em abril de 1969, o Dodge oferecia opções de motor diesel ou gasolina, já na aurora deste tipo de propulsor, que depois de reinar por sete décadas debaixo dos capôs de caminhões no mundo todo, vivia seus últimos anos.
No caso do D-700, sua casa de máquinas abrigava o venerável Dodge 318, na sua versão HD, para serviço pesado. Tratava-se de um engenho V8 de 5,2 litros e 196 hp, com 42 mkgf de torque. Números respeitáveis e que proporcionavam um desempenho destacado na categoria de 11 toneladas, na qual competia o D-700.
Preocupada com concorrentes do quilate do Mercedes L-1113, ou mesmo do Ford F-600 e do Chevrolet D-60, a Chrysler também preparou uma versão diesel, com motor Perkins 6.357, de 5,8 litros, bom para 140 hp e pouco mais de 40 mkgf de torque.
O modelo também oferecia um amplo leque de transmissões de 4 ou 5 marchas, “secas” ou sincronizadas: eram quatro opções, das quais três estavam disponíveis também para o V8.
Além do mérito de ser o primeiro Dodge nacional, o D-700 preparou o terreno para a chegada dos demais modelos da linha, como o picape D-100, o leve D-400 e os médios e semipesados, D-750, D-900 e D-950 que se seguiram.
O outro D-700 que temos neste acervo on-line é com o sufixo “DI”, já produzido pela Volkswagen Caminhões. Você pode encontrar tal folheto aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/dodge-d700-di/
D700 1 D700 2